"Eu sou o que me cerca. Se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo".
José Ortega y Gasset

quinta-feira, 28 de abril de 2016

3º SEDRES encerrando inscrições de trabalhos

Estão abertas as submissões de trabalhos para o 3º SEDRES - Seminário de Desenvolvimento Regional, Estado e Sociedade, cujo tema é "A Questão Regional, uma Questão (de) Política". 
O prazo regulamentar inicia-se em 17 de março e vai até 30 de abril de 2016.
Maiores informações visitem a página do evento em www.furb.br/3sedres.

 

quarta-feira, 27 de abril de 2016

15º Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia

A SBHC – Sociedade Brasileira de História da Ciência – realizará o 15º Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia nos dias 16, 17 e 18 de novembro de 2016, nas dependências da Universidade Federal de Santa Catarina- UFSC, na cidade de Florianópolis. Realizado desde o início da década de 1980, este é o mais importante evento nacional da área, congregando pesquisadores de diversas origens e especialidades. Entre as atividades previstas estão conferências, mesas-redondas, simpósios temáticos, mini-cursos, pôsteres, lançamento de livros e eventos socioculturais. Acesse aqui a página do evento

sábado, 23 de abril de 2016

The Elinor Melville Prize for Latin American Environmental History



The Elinor Melville Prize for Latin American Environmental History $500 is awarded annually for the best book on Latin American Environmental History published in English, French, Spanish or Portuguese.
 The Melville prize was established in 2007 through a bequest from Elinor Melville. It carries a stipend of $500. The Melville prize is awarded for the best book in English, French, Spanish or Portuguese on Latin American Environmental History that is published anywhere during the imprint year previous to the year of the award. Melville defined environmental history as “the study of the mutual influences of social and natural processes.” The prize will go to the book that best fits that definition, while also considering sound scholarship, grace of style, and importance of the scholarly contribution as criteria for the award. Normally not considered for the award are reprints or re-editions of works published previously, and works not primarily historical in aim or content. More general works of environmental history with significant Latin American content may also be considered.


1. To be considered for the Melville Prize, a book must bear the imprint of the year prior to the year for which the award is made. Hence, for the 2016 Melville Prize, to be awarded in January of 2017, the Melville Prize Committee will review and judge books with imprint year 2015.
2. The CLAH Secretariat will invite publishers to nominate books for prize consideration. CLAH members, including members of the selection committee, may also nominate books, and authors who are not CLAH members may nominate their own books. For a book to be considered, each of the three committee members must receive a copy, either from the publisher or from another source. Books received after June 1 of the award year will not be considered. The Secretariat should be informed of the committee’s decision no later than October 15, 2016.
3. Authors are advised to consult their publishers to be certain their books have been nominated and a copy sent to each member of the Review Committee.

Deadline for receipt of nominations: June 1, 2016.

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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Workshop “Destruição e conservação em debate – história ambiental do Brasil em uma perspectiva pluridisciplinar e transnacional” - 13 e 14 de outubro no Centre Alexandre Koyré (EHESS), Paris, França


Desde a invasão europeia em 1500 o vasto território chamado Brasil é associado à imagens de uma natureza tropical exuberante, gerando fascinação e ganância. Embora o Brasil abrigue a maior biodiversidade do mundo, ele sofre de uma reputação de vilão ambiental, sobretudo devido as taxas elevadas de desmatamento que chamam a atenção da mídia internacional desde o final da década de 1970.

Apesar da existência de muitos estudos sobre o meio-ambiente na América Latina feitos por economistas, antropólogos e geógrafos, a história ambiental do Brasil só emerge recentemente enquanto disciplina acadêmica. No entanto, a historiografia brasileira articulou desde muito cedo a análise da construção da nação, da identidade e da raça com as representações e transformações da natureza. Euclides da Cunha, no começo do século 20 por exemplo, argumentava (de uma maneira um tanto determinista) da influência do meio natural no caráter nacional. Desde então outros autores “clássicos” se apropriaram dessa questão tentando criar uma narrativa nacional que não deixava de lado o espaço tropical, o clima e a diversidade natural, como Capistrano de Abreu, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Caio Prado Junior.

Até recentemente, os efeitos de uma economia de pilhagem, perpetrada primeiramente pelos poderes coloniais e depois pelo Estado e por empresas multinacionais, dominaram as histórias ambientais do Brasil e da América Latina. Ainda que essas narrativas sejam baseadas em um quadro interpretativo que possui fortes implicações políticas, elas tendem a negligenciar as análises sobre como as populações locais usam e representam o meio natural com o qual interagem. Além disso, ao atribuir a função de agentes históricos apenas aos atores humanos, a história feita sobre o meio ambiente do Brasil, acaba muitas vezes veiculando uma concepção pessimista onde a fauna, flora, paisagem e o clima são perpétuas vítimas da expansão capitalista. Nos trabalhos recentes essa narrativa declinista tem sido posta de lado e emergem leituras mais complexas. Através de uma análise mais matizada da experiência do país, estudos recentes têm apontado tendências de destruição descontrolada, mas também uma forte tradição brasileira de crítica conservacionista, alinhada à poderosas narrativas nacionais.

Um terreno menos explorado nesses trabalhos é a dimensão internacional da história ambiental brasileira. Em áreas transnacionais como a Amazônia ou os Pampas, as identidades coletivas baseadas no meio ambiente regional são muito importantes e por isso uma maior exploração das dinâmicas socioambientais que existem na América do Sul é necessária. Igualmente, necessitamos colocar a história ambiental brasileira em perspectiva com experiências de outras regiões e países do mundo. Por exemplo, alguns autores sugeriram que a cultura brasileira, sob alguns aspectos, mostra uma consciência ambiental excepcional comparada com outros países tropicais, mas faltam estudos comparativos para apoiar ou rejeitar essas ideias. A questão das responsabilidades compartilhadas de países europeus na degradação de ambientes tropicais também foi pouco tratada. Da mesma maneira, as ligações com o resto do mundo para a exploração, transformação, gestão e negociação da natureza brasileira é uma área com poucos estudos, apesar do grande foco que existe em alguns recursos, como a borracha. A história ambiental ainda não explorou de maneira exaustiva a circulação de animais, plantas e minerais além das fronteiras brasileiras. Ainda que as temáticas sobre o meio ambiente e a natureza tenham sido tratadas em diversas pesquisas europeias sobre o Brasil, seja na sociologia rural, na antropologia, na história das ciências ou na economia, como atestam as teorias de ecodesenvolvimento de Ignacy Sachs, os(as) historiadores(as) do Brasil da Europa tem se mantido longe dessa discussão.

Esse workshop busca discutir as perspectivas atuais e futuras da história ambiental brasileira no sentido amplo do termo: incluindo estudos sobre as representações, políticas e mudanças materiais produzidas pela interação entre humanos e não humanos. Convencidos que apenas um esforço pluridisciplinar pode ajudar a pesquisa acadêmica a responder aos desafios climáticos e ambientais que enfrentamos, esse evento será também um espaço de diálogo entre pesquisadores(as) de diversos horizontes científicos.

Propostas para comunicações orais de aproximadamente 300 caracteres devem ser escritos em francês ou em inglês e enviados juntamente com uma breve biografia do autor, de preferência em formato Word, para: workshop.histenvdubresil@ gmail.com . O prazo final é o dia 28 de maio de 2016. 

Informações adicionais:
Esse evento resultará em uma publicação coletiva. Para isso, após o workshop os participantes serão convidados à submeter uma contribuição que será reavaliada por um comitê científico.
Os organizadores estão explorando diferentes possibilidades de financiamento para a participação de pesquisadores de fora de Paris. Se os(as) candidatos(as) não tem possibilidades de financiamento em suas instituições, por favor, informar em suas propostas. Infelizmente não poderemos financiar voos intercontinentais. 

Questões podem ser endereçadas à :
Antoine Acker – International Research Group Environmental Humanities – University of Turin –antoine.acker@unito.it

Nathalia Capellini – Centre d’Histoire Culturelle des Sociétés Contemporaines – University of Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines – nathalia.capellini@uvsq.fr


Com o apoio das seguintes instituições:
European Society for Environmental History

Centre d’Histoire Culturelle des Sociétés Contemporaines de l’Université de Versailles Saint-Quentin- en-Yvelines
Centre de Recherches sur le Brésil Contemporain de l’EHESS
Agence Nationale de la Recherche à travers le Projet « CAT-NAT »
Association pour la Recherche sur le Brésil en Europe
Centre Alexandre Koyré de l’EHESS

Documentos

terça-feira, 19 de abril de 2016

Livro Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: perspectivas sobre diversidades, cultura e memória


O Grupo de Pesquisa em Arqueologia e Gestão Integrada do Território e o Nuped (Núcleo de Estudos em Estado, Política e Direito), ambos da Unesc, com muito alegria comunica que foi publicado hoje o Livro Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: perspectivas sobre diversidades, cultura e memória - Volume II - organizado por Juliano Bitencourt Campos, Daniel Ribeiro Preve e Ismael Francisco de Souza, publicado pela Editora Multideia, 2016, com o Prefácio do Prof. Dr. Lúcio Menezes Ferreira (Departamento de Antropologia e Arqueologia da UFPel). Baixe aqui o livro



terça-feira, 12 de abril de 2016

Carta Convite para subsidiar estudantes de pós-graduação em História Ambiental

Convite para Bolsas de Estudos para estudantes de pós-graduação apresentarem estudos no VIII Simpósio de História Ambiental da Sociedade Caribenha de História Ambiental, que será realizado em Puebla, México nese ano. A bolsa consiste em subsidiar a viagem e participação no evento. Os interessados devem encaminhar carta proposta explicando seu estudo, levando em conta a relevância e originalidade do estudo com a História Ambiental. As cartas devem ir para o mail: jsoluri@gmail.com. Maiores informações com:

Dr Adrian Gustavo Zarrilli
Sociedade Caribenha de História Ambiental Presidente da América Latina e Independent Reseracher CONICET - Associate Professor.
Centro de Estudo Rural Argentina, Universidad Nacional de Quilmes.
Roque Saenz Pena 352, Bernal (LR:1876), Buenos Aires, Argentina
Tel: 0054 - 5744 + 11-43657100




 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Simpósio de História Ambiental no XIII Encontro Estadual de História da ANPUH-RS


GT de História Ambiental do Rio Grande do Sul convida os pesquisadores a inscreverem estudos no Simpósio Temático de História Ambiental do XIII Encontro Estadual de História ANPUH-RS. Para saber mais acesse aqui.

quinta-feira, 31 de março de 2016

NIASS FURB com blog no ar.

Criado em três de dezembro de 2015 por professores, representantes da prefeitura, entidades não governamentais e comunidade, o NIASS - Núcleo de Integração Ambiente, Sociedade e Sustentabilidade possui espaço próprio de diálogo através de um blog. Notícias, ações, e informações serão divulgadas neste espaço.

Acesse o blog aqui

sexta-feira, 25 de março de 2016

Exposição Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina


Exposição "Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina", é uma mostra itinerante que ocorre na cidade de Biguaçu de 29 de março até 31 de maio de 2016, no Museu Etnográfico Casa dos Açores.  A exposição é composta por fotografias e maquetes das fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, Santo Antônio de Ratones e São José da Ponta Grossa, réplicas de canhão e trajes militares e civis do século XVIII, além de sete painéis com textos, mapas e imagens sobre o tema.


A faz parte do Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina da Secretaria de Cultura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), instituição responsável pela gestão e manutenção das fortalezas do estado, e conta com o apoio do Museu Etnográfico Casa dos Açores da Fundação Catarinense de Cultura. 

A entrada para a mostra é gratuita, e o horário de funcionamento do museu é de terça-feira à domingo, das 08:00 h às 12:00 e das 13:00 às 17:00 h. Veja aqui

Contatos para solicitar a exposição itinerante podem ser realizados por meio do telefone: (48) 3721-8302 ou pelo e-mail: fortalezas@contato.ufsc.br




quarta-feira, 23 de março de 2016

Pesquisa Dona Emma continua em 2016

O GPHAVI continua a realizar as pesquisas resgatando a memória ambiental sobre a História Ambiental de Dona Emma, projeto realizado em parceria com o Centro de Memória de Dona Emma. A pesquisa Contribuição à História e Memória do Município de Dona Emma (Vale do Itajaí, Santa Catarina) foi aprovada no Edital FURB 08/2016, com fomento de uma bolsa de pesquisa pelo PIPe, Art. 170 da Constituição do Estado de Santa Catarina, gerando desconto nas mensalidades do bolsista de IC durante 2016. Assim o grupo abre chamada para a contratação de um bolsista. 

Os interessados devem: a) ter cadastro socioeconômico em 2016/1 aprovado e com pontuação menor ou igual ao limite proposto pela Coordenadoria de Assuntos Estudantis - CAE para bolsas de iniciação científica; b) ter cadastro atualizado em 2016/1 no Programa de Bolsas Universitárias de Santa Catarina – UNIEDU (www.uniedu.sed.sc.gov.br); c) dispor de 20 (vinte) horas semanais, distribuídas de acordo com as atividades propostas pelo projeto de pesquisa; d) não receber bolsa de estudo do Artigo 170, bolsa de estudo ou pesquisa do Artigo 171, PROESDE ou Fundo Social durante o período de execução do projeto de pesquisa; e) não receber outra bolsa cumulativamente conforme artigo 6º da Resolução nº 072/2014; f) não receber mais de 75% (setenta e cinco por cento) de financiamento do FIES – Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior; g) não estar inadimplente com a PROPEX; h) ter cumprido 20 horas de atividades educativas em projetos sociais vinculados à extensão universitária, por semestre, caso tenha recebido uma ou mais parcelas de bolsa de estudo ou de pesquisa do Artigo 170. 

Tendo esse requisitos os interessados devem procurar o professor Gilberto Friedenreich dos Santos no laboratório do GPHAVI, sala R-109, de segunda a sexta-feira, das 14h até as 18h, para cadastro de interesse e entrevista. A visita pode ser agendada pelo e-mail do professor gilbertofrieden@gmail.com. A seleção ocorre até 27/04/2016.

sexta-feira, 18 de março de 2016

3º SEDRES - A questão regional, uma questão (de) política.


Estão abertas as submissões de trabalhos para o 3º Sedres. O prazo regulamentar inicia-se em 17 de março e vai até 30 de abril de 2016. As informações e diretrizes para submissão estão disponíveis aqui. O evento ocorre entre 14 e 16 de setembro na Universidade Regional de Blumenau.

Eixos temáticos:

GT 1. Estado, Instituições e Planejamento
A proposta deste Eixo é agrupar a reflexão crítica sobre o papel do Estado no desenvolvimento regional, tendo como pano de fundo o planejamento, a dinâmica e qualidade das instituições e a implementação e a avaliação das políticas públicas e o desenvolvimento regional.
São subtemas inclusos, porém não exclusivamente, neste eixo: Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional; Planejamento, Programas e Projetos; Gestão e Governança Regional; Atores sociais e governança territorial; Design Institucional e Território; Regras, Normas e Estrutura de Governança em Diversas Escalas Territoriais; Relações Inter Federativas; História do Planejamento e Estratégias de Desenvolvimento das Regiões Brasileiras; Estado e planejamento no capitalismo globalizado; Cidades Médias e Desafios para o Desenvolvimento Regional. Planejamento insurgente e movimentos sociais.
GT 2. Desafios Teóricos nos Estudos do Desenvolvimento Regional
Este eixo estará dedicado a discutir proposições teóricas relevantes para a compreensão dos processos de desenvolvimento regionais atuais bem como das premissas de ação política com relação a eles.
Tópicos considerados incluem, mas não estão limitados ao seguinte: Atualidade dos chamados clássicos do planejamento regional e, consequentemente, dos diferentes intérpretes/abordagens das questões regionais (estruturalistas, marxistas, desenvolvimentistas, “neodesenvolvimentistas” etc.); Inovações teórico-metodológicas contemporâneas pertinentes aos estudos do desenvolvimento regional; Análises relativas à territorialidade de relações sociais, políticas, econômicas, culturais e ambientais; Reflexões críticas sobre aspectos normativos e/ou ético-políticos sobre as concepções de desenvolvimento regional predominantes; Novas formas de coordenação política e as redes de políticas públicas no território; Estudos mediáticos regionais; Cidade e território.
GT3. Cultura(s) e Desenvolvimento(s)
Este eixo abarca a reflexão sobre a relação convergente ou conflitante que contêm as diversas perspectivas culturais que conformam a sociedade brasileira com relação aos padrões de desenvolvimento dominantes.
São subtemas inclusos, porém não exclusivamente, neste eixo: Povos tradicionais e padrões de desenvolvimento; Interculturalidade, multiculturalismo e território; A dimensão cultural na produção do território; Diversidade cultural e turismo; Identidades culturais e experiências produtivas; Identidades territoriais, indicação geográfica e patrimônio cultural; Bem viver e concepções de desenvolvimento alternativas; Movimentos sociais e desenvolvimento regional.
GT 4. Dinâmicas Socioeconômicas no Território
Neste Eixo serão discutidos os diversos processos que resultam em dinâmicas econômicas de produção do espaço regional e das desigualdades socioespaciais, assim como das estratégias de enfrentamento destas desigualdades.
São subtemas inclusos, porém não exclusivamente, neste eixo: Divisão Espacial do Trabalho e Desigualdades Regionais; Reestruturação Produtiva e Dinâmica Regional; Grandes Projetos de Investimento e Desenvolvimento Regional; Arranjos produtivos locais; A produção do território pelas cadeias produtivas, agronegócio e indústria; Multifuncionalidade no espaço rural; Agroecologia e Economia Solidária diante dos padrões de desenvolvimento dominantes; Território e setor turístico; Comunicação e mídias no desenvolvimento regional; Estudos sociais da Ciência e Tecnologia.
GT 5. Natureza e Desenvolvimento no Território
Este Eixo abarca a reflexão crítica sobre os diversos modos de apropriação e transformação da natureza, sua relação com o território, e suas implicações para a concretização de padrões de desenvolvimento regional.
São subtemas inclusos, porém não exclusivamente, neste eixo: Justiça Ambiental e impactos a populações vulneráveis; Conflitos ambientais e suas repercussões inter-escalares; História ambiental e desenvolvimento regional; Mudanças climáticas e território; Ética e valores ambientais na sua relação com os padrões de desenvolvimento e os modos de vida; Conflitos em torno a áreas protegidas e a biodiversidade; Água, seca e relações sociais; Desastres “naturais” e desenvolvimento.

segunda-feira, 14 de março de 2016

II Simpósio Internacional do GTA Olhares Geográficos sobre Paisagem e Natureza


II Simpósio Internacional do GTA “Olhares Geográficos sobre Paisagem e Natureza”. Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) Mato Grosso do Sul -Brasil.

De 13 a 17 de junho de 2016.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Reunião do NEASS ocorreu dia 10 de março

Ocorreu na última quinta-feira 10/03 a reunião do NEASS da FURB. Na reunião ficaram definidas algumas ações internas: Nome do grupo, Participantes e datas de reunião, Criação do grupo no CNPQ, Definição da organização, criação de comissões para conversar com entidades na FURB, comissão para elaborar o estatuto ou regimento. A partir dessa reunião, os participantes definiram que o novo nome do núcleo é NIASS - Núcleo de Integração Ambiente, Sociedade e Sustentabilidade. Para acompanhar as atividades do núcleo, acesse o seu novo espaço na web aqui.

segunda-feira, 7 de março de 2016

ST - História Ambiental e Migrações na ANPUH-SC - Inscrições abertas











História Ambiental e Migrações

Coordenadores: EUNICE SUELI NODARI (Doutor(a) - Universidade Federal de Santa Catarina), MARTIN STABEL GARROTE (Doutorando(a) - Universidade Regional de Blumenau)
Apresentação: A História Ambiental oferece novos caminhos para pensar a História, como também novas formas de pensar a natureza. A questão ambiental tem sua relevância redimensionada por outras questões imbricadas como a desigualdade social, a garantia e o reconhecimento dos direitos humanos, o desmatamento desenfreado, a falta de saneamento básico, entre outros. Evidentemente, a devastação do patrimônio ambiental e o (ab)uso dos recursos naturais são temas candentes e precisam ser melhor discutidos sob o viés das Ciências Humanas e Sociais. A proposta do presente simpósio é reunir trabalhos que tratem as relações entre História e Natureza nas suas diferentes dimensões. Desta forma nos interessam estudos que discutam as concepções, atitudes e atividades humanas na transformação da paisagem, como os seres humanos alteraram o mundo rural e urbano e, finalmente, as consequências dessas alterações para as comunidades naturais e humanas. Salientam-se ainda a importância de estudos relacionados aos movimentos migratórios humanos e da flora e fauna, os processos de ordenamento sanitário e de saúde pública, os estudos relacionados aos aspectos históricos, demográficos e ambientais na formação dos territórios. A análise das relações com as comunidades tradicionais e a formação de identidades regionais e nacionais no que concerne a História Ambiental também faz parte deste escopo. A análise das relações com as comunidades tradicionais e a formação de identidades regionais e nacionais no que concerne a História Ambiental também faz parte deste escopo.
Justificativa: A questão ambiental tem sua relevância redimensionada por outras questões imbricadas como a desigualdade social, a garantia e o reconhecimento dos direitos humanos, o desmatamento desenfreado, a falta de saneamento básico, entre outros. Evidentemente, a devastação do patrimônio ambiental e o (ab)uso dos recursos naturais são temas candentes e precisam ser melhor discutidos sob o viés das Ciências Humanas e Sociais. A proposta do presente simpósio é reunir trabalhos que tratem as relações entre História e Natureza nas suas diferentes dimensões.
Bibliografia: DEAN, Warren. A Ferro e Fogo: A História e a Destruição da Mata Atlântica Brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
LEAL, Claudia et alli (Org.). Novas histórias ambientais da América Latina e do Caribe. Munique: Rachel Carson Center, 2014.
WORSTER, Donald. Para fazer História Ambiental. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 4, n. 8, p. 198-215, 1991.

WORSTER, Donald. Transformações da terra: para uma perspectiva agroecológica na história. Ambiente& sociedade. Campinas, v. 5, n. 2, 2003Para mais informações entre no site do evento aqui.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

XXIII Semana Acadêmica de História da FURB

Ocorrerá de 02 à 06 de maio de 2016 a XXIII Semana Acadêmica de História da FURB, organizada pelos integrantes do CAHClio e professores do Departamento de História e Geografia. Neste ano ja está confirmada presença de Ronaldo Vainfas, Luiz Fernando Cerri, e José D´Assunção Barros. Saiba mais sobre o evento clicando aqui.

Cronograma das atividades do evento:


Convidamos a participarem do evento inscrevendo uma comunicação oral no Simpósio Temático História Ambiental e Desenvolvimento Regional 

Os modelos de desenvolvimento da sociedade moderna levaram o sistema ecológico do planeta ao um desequilíbrio sem proporções. Vivemos a era do antropoceno, um momento onde os fatores sociais influenciam o que antes era apenas de domínio da natureza. As ações antrópicas geram projeções de riscos reais de extinção ao modo de vida como conhecemos. Na academia diversas áreas científicas passam a contribuir com análises sobre a questão ambiental. O modelo de desenvolvimento que as nações e regiões escolheram agrava a situação. No campo da História, a partir dos anos 1970 se configura a História Ambiental, uma linha de pesquisa que abrange múltiplos olhares, interdisciplinares sobre como os modelos de desenvolvimento das sociedades modificaram o ambiente no passado, e que consequências foram geradas à sociedade e natureza. Ao mesmo tempo os estudos servem de alerta à crise socioambiental e como ferramenta para promover educação ambiental e conscientização sobre a necessidade de mudança de comportamento em relação ao ambiente. Tendo em vista a perspectiva da História Ambiental e a preocupação com os modelos de desenvolvimento regional, o simpósio tem como objetivo abrir um espaço para a divulgação de investigações e discussões sobre os processos históricos de ocupação e uso dos recursos naturais, os processos de desenvolvimento regional e a problemática ambiental decorrente da ação antrópica.
Coordenação: Prof. Me Martin Stabel Garrote

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Portal Memória Ambiental de Porto Alegre: nova experiência com etnografias hipertextuais

O Portal Memória Ambiental de Porto Alegre foi desenvolvido pelo Laboratório de Antropologia Social/PPGAS/UFRGS em parceria com o NAVI - Núcleo de Antropologia Visual /PPGAS/UFRGS, tem como base a pesquisa Habitantes do arroio: Estudo de conflitos de uso de águas urbanas, risco, saúde pública e comunidades étnicas em Porto Alegre-RS, com financiamento do CNPq/CT Hidro/CT Saúde, edital que priorizava aprofundar a pesquisa antropológica sobre a memória ambiental no mundo urbano contemporâneo. Para saber mais acesse aqui. Para ter acesso e navegar pelo portal entre aqui.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Coleção: Hojas de Ruta: Guias para el estudio socioecológico de la alta montaña en Colombia


A coleção Hojas de Ruta: Guias para el estúdio socioecológico de la alta montaña en Colombia, é uma publicação do Instituto de Investugación de Recursos Biológicos Alexander von Humboldt, em Bogotá Colômbia. 
O objetivo é apresentar um conhecimento e metodologia desenvolvidas em pesquisas em quatro áreas temáticas: História Ambiental, Atores e redes, Sistemas de produção, Serviços ecossistêmicos. Os guias apresentam formas de investigar: ferramentas e fontes de trabalho para contribuir com estudos sociais nos ecossistemas tropicais. O estudo esta voltado para a Colômbia, mas é um rico material para inspirar os estudos no nosso território.
Dentro dessa coleção destacamos o Guia: Hojas de ruta: História Ambiental, de autoria dos colegas Stefania Gallini, Sófia de la Rosa e Rigoberto Abello. Baixe o livro aqui!



Conheça a coleção acessando os guias:




segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

4º Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações



O Programa de Pós-Graduação em História e o Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina, por meio do Grupo de Pesquisa Laboratório de Imigração, Migração e História Ambiental (LABIMHA), comunicam que ocorrerá em setembro de 2016 o 4° Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações na Universidade Federal de Santa Catarina. 



Em breve mais informações aqui e no site do GT de História Ambiental

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Open Access Theses and Dissertations

Conheça o ....

Open Access
Theses and Dissertations

É um portal de busca avançada de dissertações e teses. As Universidades postam os estudos no portal e o público tem acesso aos documentos de forma agilizada pelo Opes Access. É um portal livre e gratuito. Para conhecer e fazer suas pesquisas acesse aqui.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Conferência de Estudos: Transformations of the Earth: International Graduate Student Workshop in Environmental History

Encerrou dia 1 deste mês o prazo para estudantes de pós-graduação inscreverem estudos na Conferencia Transformations of the Earth: International Graduate Student Workshop in Environmental History, que vai ser realizada entre 21 e 23 de maio na Universidade Renmin, China. Os estudantes com seus estudos selecionados terão bolsa com custos pagos pelo Rachel Carson Center. No evento estarão presentes os pesquisadores Christof Mauch, Peter C Perdure, Lise Sedrez, Mingfan Xia, Shen Hou, e Donald Worster.
Para mais informações acessem aqui.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

International Review of Environmental History

A  revista International Review of Environmental History tem uma abordagem interdisciplinar, e pretende divulgar estudos de História Ambiental para várias disciplinas. Para saber mais acessem o site da revista.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Dossiê: As delimitações espaciais sobre a pesquisa em história ambiental

No dossiê estão os estudos:
-Bacias hidrográficas, história ambiental e temporalidades, de Gilmar Arruda; 
-A Mata Atlântica e a Floresta Amazônica na construção do território brasileiro: estabelecendo um marco de análise, de José Augusto Pádua; 
-Paisagens através de outros olhares, de Dora Shellard Corrêa;
-Fruto da terra e do trabalho humano”: paleoterritórios e diversidade da Mata Atlântica no Sudeste brasileiro, de Rogério Ribeiro de Oliveira; 
-Florestas em territórios de fronteira: Sul do Brasil e Misiones na Argentina, de Eunice Sueli Nodari; 
-Problematizando as representações do mundo natural como delimitação espacial em História Ambiental: Entre a Araucarilandia e a Floresta Ombrófila Mista, de Ely Bergo de Carvalho;
-A problemática espacial e a história ambiental, de Haruf Salmen Espindola;
-Um conjunto de montanhas e de práticas culturais como escala de pesquisa em história ambiental, de Alessandra Izabel de Carvalho

Para acessar a revista e o dossiê clique aqui