quarta-feira, 1 de julho de 2026
Uruk e as origens urbanas do conflito entre sociedade e ambiente
segunda-feira, 29 de junho de 2026
Biografia de um gigante: O Nilo como agente histórico na obra de Emil Ludwig
quinta-feira, 25 de junho de 2026
O rio que criou um Império: uma releitura ambiental do Egito Antigo
| Hapy |
HOSTIN, Kahina Thirsa. Egito Antigo e o Rio Nilo: um estudo de história ambiental sobre as interações sociedade e natureza. Orientador: Gilberto Friedenreich dos Santos. Blumenau: FURB, 2016. (Relatório de Iniciação Científica - PIPe/Artigo 170 – 2015/2016).
quarta-feira, 17 de junho de 2026
A agência ambiental no destino das Antigas Civilizações: 4 exemplos
terça-feira, 9 de junho de 2026
A natureza como testemunha e vítima da Era do Petróleo na Venezuela
O petróleo criou uma cultura de opacidade. A dependência do "ouro negro" gerou uma cegueira institucional onde a negligência operativa era o preço do progresso. O deslocamento de comunidades indígenas e camponesas não foi um acidente, mas uma consequência direta de um modelo que priorizava o fluxo do óleo sobre o fluxo dos rios. Em 1999, o Desastre de Vargas ofereceu um exemplo trágico da "natureza como agente": inundações massivas e deslizamentos de terra arrastaram tanques de armazenamento de petróleo nas costas, provando que a falta de planejamento ambiental torna os desastres naturais exponencialmente mais tóxicos. Três anos depois, o Paro Petrolero (2002) demonstrou como a crise política se traduz em catástrofe ecológica; a interrupção súbita das operações e a falta de manutenção da infraestrutura obsoleta resultaram em derrames que agravaram passivos ambientais ainda hoje sem saneamento.
SÁNCHEZ, Geraldine; MARTÍNEZ, Deibys. Petróleo, derecho e impacto socio-ambiental: análisis histórico-legal de los derrames petroleros en Venezuela (1922–2002). PetroRenova Indexed: Revista Científica de la Energía, Venezuela, v. 2, n. 1, p. 26-50, jan./mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.18148918. Disponível em: https://doi.org/10.5281/zenodo.18148918.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
GPHAVI: 22 anos tecendo a História Ambiental do Vale do Itajaí
É significativo observar que a imensa maioria das Iniciações Científicas vinculadas ao GPHAVI foi submetida formalmente em nome do professor Gilberto, embora grande parte dos projetos tenha sido concebida, redigida e acompanhada diretamente pelos pesquisadores Martin e Vanessa. Com a proximidade da aposentadoria do professor Gilberto, e considerando que os pesquisadores Martin e Vanessa não integram o quadro efetivo da FURB, colocam-se desafios concretos para a continuidade institucional do grupo. Ainda assim, abre-se a possibilidade de manutenção formal do GPHAVI por meio da atuação dos professores Nelson ou Carlos, garantindo a permanência do grupo no âmbito da universidade, ou não! Pois as principais agencias do grupo são as ICs e a Divulgação Científica de História Ambiental.
Independentemente do arranjo institucional que venha a se estabelecer, o pesquisador Martin continuará com a manutenção e atualização do blog do GPHAVI, que se consolida como o principal registro online de suas atividades, e uma das principais páginas de História Ambiental do país (Divulgação Científica e História Pública). Esse espaço virtual assume, a partir de agora, um papel estratégico, que além de divulgar pesquisas, eventos e reflexões, o blog será, gradualmente, o local de organização e disponibilização da base de dados produzida ao longo de mais de duas décadas de atuação do grupo, disponibilizando acesso a áudios e transcrições, e dos estudos produzidos, desde relatórios de IC, pesquisa com e sem fomento, e publicações diversas. Trata-se de um esforço consciente de preservação da memória acadêmica e de abertura do acervo à comunidade científica. Ao tornar públicos seus registros, fontes e resultados de pesquisa, o GPHAVI reafirma seu compromisso com a produção coletiva do conhecimento histórico, permitindo que outros pesquisadores possam dar continuidade, ou mesmo reinterpretar essa trajetória.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Lendo a Pré-História com a História Ambiental de J. Donald Hughes
HUGHES, J. Donald. Ecology and prehistoric societies. In: HUGHES, J. Donald. Ecology in ancient civilizations. Albuquerque: University of New Mexico Press, 1975. p. 20-28
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Entre machados e memórias: como a floresta atlântica moldou a identidade do imigrante no Vale do Itajaí
Manoel P. R. Teixeira dos Santos é historiador brasileiro, com formação integral pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde concluiu a graduação em História, o mestrado e o doutorado. Atua como professor no Colégio de Aplicação da UFSC e desenvolve pesquisas na área de História, com ênfase em história agrária, história ambiental e imigração no sul do Brasil. Sua produção acadêmica dedica-se especialmente à análise das relações entre sociedade, trabalho rural e natureza, investigando os processos de ocupação, transformação da paisagem e construção de identidades nas colônias do Vale do Itajaí e em outras regiões de Santa Catarina. Seus trabalhos contribuem para a compreensão histórica das dinâmicas socioambientais associadas à colonização, à agricultura e às formas de apropriação do espaço rural, articulando história regional e debates mais amplos da historiografia social e ambiental brasileira.



