"Eu sou o que me cerca. Se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo".
José Ortega y Gasset

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Bolsistas do GPHAVI apresentam estudos no MIPE FURB


Nesta última quarta-feira 21/09 (Dia da árvore) bolsistas do GPHAVI apresentam os resultados finais das pesquisas PIPe e PIBIC na V Mostra Integrada de Pesquisa Ensino e Extensão da Universidade Regional de Blumenau:

 Figura 1: Na foto Douglas Grubel e seu pôster sobre a Hidroelétrica em Rio dos Cedros

 Figura 2: Douglas sendo avaliado pelo representante do CNPQ prof. Norberto Dallabrida - UFSC.

 Figura 3: Apresentação da pesquisa ao avaliador.

Figura 4: Evander R. S. da Silva e seu pôster.

Figura 5: Evander apresentando a pesquisa ao avaliador


Figura 6: Feedback do avaliador

Figura 7: Bolsista Martin apresentando seu pôster
(Foto de Carlos Zimmermann)

Seguem estudos:

PIPe 2010



(resultados parciais)


PIBIC (FURB & CNPq) 2010




Os resumos dos bolsistas, e demais trabalhos apresentados no MIPE podem ser consultados nos Anais que estão disponíveis no site http://www.furb.br/mipe ou diretamente na Revista Dynamis:

sábado, 17 de setembro de 2011

História Ambiental é tema de reportagem do GLOBO UNIVERSIDADE

A linha de pesquisa interdisciplinar denominada de História Ambiental (environmental history) vem se fortalecendo na academia brasileira desde meados dos anos 1980. Hoje está presente como área de pesquisa, tema de estudo, disciplina e pós-graduação na área da História. Diversos eventos: Simpósios, Congressos, Encontros, etc, com sua denominação "História Ambiental" ocorreram nesses últimos anos, assim mesmo como ocorrem em diversos encontros regionais e o nacional da Associação Brasileira de História, efetivando e validando a área, e criando um leque de sub-temas e multiplos trabalhos interdisciplinares. Possui também grupos de pesquisadores organizados em instituições como a Associação Norte Americana de História Ambiental, a Associação Européia de História Ambiental, a Sociedade Latinoamericana e Caribenha de História Ambiental, etc. 

O Espaço do GLOBO UNIVERSIDADE lançou neste 17 de setembro reportagens sobre a prática de história ambiental nas universidades brasileiras. Assim como divulgou imagens da reportagem. Vale a pena conferir cada uma delas e assistir a reportagem (dividida em três partes):

 
        


O material em vídeo foi publicado em 3 partes: veja todas ou as partes:

Parte 01/03

Parte 02/03

Parte 03/03


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Primeiro número da revista História Ambiental Latinoamericana e Caribenha - HALAC

Publicado o primeiro número da Revista História Ambiental Latinoamericana e Caribenha, sob organização da Sociedade Latinoamericana e Caribenha de História Ambiental - SOLCHA.



No primeiro número foram publicados os seguintes artigos:


Articulos


Origen, fortalecimiento y perspectivas de la Sociedad Latinoamericana y Caribeña de Historia Ambiental (SOLCHA)

Martha Micheline Cariño Olvera, Guillermo Castro
La política forestal, el negocio de la leña y la deforestación: Minas Gerais, 1890-1950
Marcos Lobato Martins
Género, naturaleza y política: Los estudios sobre género y medio ambiente
Diana Ojeda Ojeda
Construyendo puentes entre continentes en la enseñanza de la historia ambiental: Rio de Janeiro y Vienna
Rogerio Ribeiro de Oliveira, Martin Schmid
E também as resenhas:


Loreto Pérez, Rosalva. Agua, poder y metabolismo social. Colección Estudios Urbanos y Ambientales /1. Puebla: Benemérita Autónoma de Puebla/Instituto de Ciencias Sociales y Humanidades, 2009.
Antonio Ortega Santos
Guhl, Andrés. Café y cambio de paisaje en Colombia, 1970-2005. Medellín: Fondo Editorial Universidad EAFIT, Banco de la República, 2008.
Stuart McCook
McNeill, John R; Pádua, José A. e Rangarajan, Mahesh. Environmental History: as if nature existed. New Delhi, Oxford University Press, 2010.
Lise Fernanda Sedrez
Gallini, Stefania. Una historia ambiental del café en Guatemala. La Costa Cuca entre 1830-1902. Ciudad de Guatemala: AVANCSO, 2009 (Serie Autores Invitados No. 19)
Andres Guhl

O conteúdo completo da revista e demais informações podem ser encontradas na página:
http://www.fafich.ufmg.br/halac/index.php/periodico/issue/view/1/showToc

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Artigo: A contribuição da história ambiental na formulação de políticas públicas para a promoção do desenvolvimento sustentável

De autoria do historiador ambiental e pesquisador Martin, o artigo, publicado na  Revista Dynamys, v.15, n.03,  trata sobre o papel da historiografia ambiental como uma "ferramenta" para a formação de agendas de politicas públicas para o desenvolvimento sustentável.



Segue resumo:

No contexto da crise ambiental a historiografia ambiental passa a produzir um conhecimento a respeito do uso da biodiversidade e pode ser usada no planejamento de políticas públicas de desenvolvimento sustentável. O objetivo deste estudo foi contribuir com o tema das políticas ambientais, discutindo o papel da historiografia ambiental como uma ferramenta para a formação de agendas de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável. Utilizou-se como método a pesquisa e análise qualitativa de dados secundários presentes em bibliografias, periódicos e relatórios sobre as temáticas da História Ambiental, Estado e Políticas Públicas. Com os estudos da História Ambiental das regiões é possível averiguar as formas pelas quais a sociedade interagiu com a natureza, revelando a degradação e proporcionando com este conhecimento, novas medidas que evitem erros catastróficos contra o ambiente promovendo novos processos de desenvolvimento com a preocupação da sustentabilidade. Concluímos que a História Ambiental é uma necessidade enquanto ferramenta no processo de elaboração de agendas de políticas públicas que objetivem promover desenvolvimentos com a ênfase da sustentabilidade. Neste contexto, faz-se necessário à formação e a participação de historiadores ambientais para que as relações entre a natureza e a sociedade sejam compreendidas e aplicadas na elaboração e nos processos das políticas públicas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Professor Gilberto retorna de Costa Rica após apresentação de estudo sobre a História Ambiental das Comunidades da Bacia Hidrográfica de Rio Sagrado - Morretes - PR

Figura 1: habitantes das águas em Costa Rica. Fonte: Prof. Gilberto F dos Santos

Professor Coordenador do GPHAVI Dr. Gilberto Friedenreich dos Santos retorna após apresentar paper no XIII Encuentro de Geógrafos de America Latina - EGAL, realizado na Costa Rica, entre 25 e 29 de julho de 2011.



O artigo com o título: História da Ocupação Humana e do Uso da Natureza na Microbacia Hidrográfica do Rio Sagrado (Morretes, Paraná, Brasil),  trata das relações sociedade e natureza nas comunidades de Rio Sagrado de Cima, Canhembora, Brejumirim e Candonga, microbacia hidrográfica do Rio Sagrado, município de Morretes, Paraná. Das 520 famílias, 270 são residentes, predominando pequenos proprietários rurais, e 250 são não-residentes. A localidade pertence à Área de Preservação Ambiental (APA)de Guaratuba, que é uma Unidade de Conservação Estadual. O objetivo do presente artigo é compreender o processo histórico de ocupação humana e dos recursos naturais pelas comunidades através da abordagem da história ambiental. A partir do uso da metodologia da História oral, foram realizadas cinco entrevistas com moradores mais antigos das comunidades,que permitiram resgatar lembranças e fatos históricos. Os primeiros habitantes da região de Morretes foram os índios tupis-guaranis e os carijós, que tiveram os contatos com os colonizadores, sendo esses, primeiro os portugueses e depois os espanhóis, os quais determinaram o modelo de desenvolvimento econômico explorando recursos naturais. A ocupação efetiva da microbacia começa no século XIX, e explorada em função da sincronia com relação aos ciclos econômicos regionais, como exemplo, na década de 1970 e 1980 com a exploração madeireira. Inicialmente a caça foi primordial para subsistência das comunidades e posteriormente intensificada para o comércio. Estas interferências antrópicas reduziram a biodiversidade da região.
Palavras-chave: História Ambiental, História Oral, Microbacia Hidrográfica do Rio Sagrado.

Figura 2: Paisagem modificada. Fonte: Prof. Gilberto F dos Santos

O artigo é produto da Iniciação Científica com subsídios (Bolsa de Pesquisa) do Art. 170 do Governo do Estado de Santa Catarina, pesquisa realizada pelo Bolsista Lizandro N. Fernandes, estudante do curso de administração da FURB, sob orientação dos Profs Gilberto e Martin, e com co-autoria de Cristiane Mansur, prof. do Mestrado em Desenvolvimento Regional e prof do curso de Arquitetura. O estudo também é fruto da parceria entre os dois grupos de pesquisa: Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí e o Grupo de Análise Ambiental através do Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.

O artigo completo pode ser visualizado no link:
http://pt.scribd.com/doc/62513501/EPH-031-Gilberto-Friedenreich-Dos-Santos

Além do artigo, o professor Gilberto foi conhecer as interações homem-natureza, e deixa um resumo do que viu em loco através das fotos publicadas nesta postagem.

 Figura 3: Exemplar da avifauna. Fonte: Prof. Gilberto F dos Santos
 Figura 4: Área cultivada. Fonte: Prof. Gilberto F. dos Santos
Figura 5: Área de floresta. Fonte: Prof. Gilberto F. dos Santos

quarta-feira, 13 de julho de 2011

História Ambiental da Reserva Biológica Sassafrás (Vale do Itajaí-SC) começa a ser desvendada com IC

Saiu hoje o resultado do Edital de IC da FURB e o GPHAVI sob orientação do Prof Gilberto estará desenvolvendo duas pesquisas com a temática da História Ambiental e áreas protegidas. O edital, e o resultado podem ser acessados nos links correspondentes.


O GPHAVI abre edital para a seleção de bolsistas para essas pesquisas.

BOLSISTAS SELECIONADOS

Segue resumo sobre os projetos. Os acadêmicos (todas as áreas do conhecimento – o grupo é interdisciplinar) interessados deverão procurar o Prof Gilberto no Dep de História e Geografia para entrevista, ou o Historiador Martin na sala do GPHAVI, Campus I, Bloco R, sala 130. Maiores informações podem ser obtidas através do e-m@il gphavi.furb@yahoo.com.br, ou pelo telefone 3321 0496 (em qualquer terminal telefônico da Universidade ligar para o ramal 496). O edital de chamada e datas será colocado no mural do GPHAVI em frente ao CCHC.

Segue resumos:

PIBIC/FURB (desconto de R$360,00 nas mensalidades, o acadêmico não precisa de cadastro com o DAE)

TRANSFORMAÇÕES AMBIENTAIS E PROCESSO HISTÓRICO DE OCUPAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA NO VALE DO ITAJAÍ (SANTA CATARINA): ESTUDO DE CASO DA RESERVA BIOLÓGICA ESTADUAL SASSAFRÁS E DO SEU ENTORNO NA GLEBA DO MUNICÍPIO DE BENEDITO NOVO

O Estado catarinense se situa num contexto de diversidade e riqueza de recursos naturais; e de variedade na composição étnica da população que se instalaram e desenvolveram uma intensa pressão sobre os recursos naturais restando, atualmente, fragmentos reduzidos e isolados de biomas e ecossistemas associados. Assim, por abrigar uma das poucas áreas remanescentes da Floresta Atlântica, a Reserva Biológica Estadual Sassafrás (REBES) que recebeu essa denominação por ser o habitat da canela sassafrás, espécie considerada ameaçada de extinção, divide-se em duas glebas: 1) município de Doutor Pedrinho (situação fundiária parcialmente regularizada), e 2) Benedito Novo (situação não regularizada). O histórico de exploração do óleo de sassafrás é considerado um elemento marcante no patrimônio histórico-cultural local. Sob o enfoque da História Ambiental, o objetivo é avaliar as transformações ambientais relacionados ao processo de ocupação humana ocorrido na REBES e do seu entorno na gleba do município de Benedito Novo e suas implicações na conservação da diversidade biológica. Os objetivos específicos são: descrever as características naturais; identificar fontes históricas; compreender o processo histórico de ocupação da região; identificar as influências antrópicas; levantar os elementos extraídos da biodiversidade e determinar suas formas de utilização pelas comunidades; identificar as conseqüências da exploração da biodiversidade; reconstituir o processo de exploração do óleo de sassafrás e produção do safrol; contribuir para o conhecimento dos aspectos histórico-culturais e ambientais; e acompanhar o processo de desapropriação dos proprietários situados na REBES. Os resultados serão obtidos através da coleta de dados em fontes primárias com observações a serem realizadas “in locu”, e entrevistas com o método da História Oral; e de fontes secundárias: bibliografias, relatórios de pesquisas, artigos, trabalhos acadêmicos, noticias de periódicos, documentos oficiais, e material icnográfico. Os dados primários e secundários serão analisados qualitativamente, confrontados e classificados conforme os objetivos específicos, para organizá-los de forma linear e temporal. A pesquisa será uma referência para que a sociedade possa participar no processo para a conservação e do uso adequado do patrimônio natural e público que as unidades de conservação representam; e para a gestão de projetos ou políticas públicas de desenvolvimento sustentável na REBES.



(PIBIC/CNPq remunera R$360,00 em conta no BB – FURB)

TRANSFORMAÇÕES AMBIENTAIS E PROCESSO HISTÓRICO DE OCUPAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA NO VALE DO ITAJAÍ (SANTA CATARINA): ESTUDO DE CASO DA RESERVA BIOLÓGICA ESTADUAL SASSAFRÁS E DO SEU ENTORNO NA GLEBA DO MUNICÍPIO DE DOUTOR PEDRINHO

O Estado catarinense se situa num contexto de diversidade e riqueza de recursos naturais; e de variedade na composição étnica da população que se instalaram e desenvolveram uma intensa pressão sobre os recursos naturais restando, atualmente, fragmentos reduzidos e isolados de biomas e ecossistemas associados. Assim, por abrigar uma das poucas áreas remanescentes da Floresta Atlântica, a Reserva Biológica Estadual Sassafrás (REBES) que recebeu essa denominação por ser o habitat da canela sassafrás, espécie considerada ameaçada de extinção, divide-se em duas glebas: 1) município de Doutor Pedrinho (situação fundiária parcialmente regularizada), e 2) Benedito Novo (situação não regularizada). O histórico de exploração do óleo de sassafrás é considerado um elemento marcante no patrimônio histórico-cultural local. Sob o enfoque da História Ambiental, o objetivo é avaliar as transformações ambientais relacionados ao processo de ocupação humana ocorrido na REBES e do seu entorno na gleba do município de Doutor Pedrinho e suas implicações na conservação da diversidade biológica. Os objetivos específicos são: descrever as características naturais; identificar fontes históricas; compreender o processo histórico de ocupação da região; identificar as influências antrópicas; levantar os elementos extraídos da biodiversidade e determinar suas formas de utilização pelas comunidades; identificar as conseqüências da exploração da biodiversidade; reconstituir o processo de exploração do óleo de sassafrás e produção do safrol; contribuir para o conhecimento dos aspectos histórico-culturais e ambientais; e acompanhar o processo de desapropriação dos proprietários situados na REBES. Os resultados serão obtidos através da coleta de dados em fontes primárias com observações a serem realizadas “in locu”, e entrevistas com o método da História Oral; e de fontes secundárias: bibliografias, relatórios de pesquisas, artigos, trabalhos acadêmicos, noticias de periódicos, documentos oficiais, e material icnográfico. Os dados primários e secundários serão analisados qualitativamente, confrontados e classificados conforme os objetivos específicos, para organizá-los de forma linear e temporal. A pesquisa será uma referência para que a sociedade possa participar no processo para a conservação e do uso adequado do patrimônio natural e público que as unidades de conservação representam; e para a gestão de projetos ou políticas públicas de desenvolvimento sustentável na REBES.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Simpósio Internacional de História Ambiental e Desastres

Vem aí o Simpósio Internacional de História Ambiental e Desastres que ocorrerá de 26 a 28 de outubro no campus da UNICENTRO  em Guarapuava PR. As informações sobre o evento estão no site: http://eventos.unicentro.br/historiaedesastres2011/



Segue o texto de apresentação do evento:
Desastres ambientais têm dimensões interpretativas e conceituais diversas. São eventos presentes em registros científicos e não científicos, datados e historicamente contingentes, que constroem narrativas e experiências, e que são abundantes, mas dispersos. Embora saibamos que os instrumentos científicos de mensuração e aferição desses eventos são muito recentes, não passando além da primeira metade do século XX, é imprescindível pensar desastres na relação passado-presente. Essa pluralidade inerente aos desastres demonstra a necessidade de pensá-los numa dimensão histórica das relações entre humanos e mundo natural, por meio da problematização de instituições de manejo de desastres; dos modos pelos quais catástrofes consolidam ou desafiam autoridades científicas, políticas, religiosas e militares; sobre a construção de uma cidadania biológica a partir dos eventos extremos; sobre a possibilidade de aprendizado e soluções criativas aos eventos; sobre a idéia de vulnerabilidade e distribuição social dos desastres; sobre a experiência de desastres no tempo, entre outros aspectos.

Este evento pretende ser um espaço-tempo de discussão, intercâmbio e debate de pesquisas sobre História Ambiental e Desastres, em sentido amplo.

Os trabalhos submetidos serão enquadrados em cinco simpósios temáticos diferentes:

1. História, desastres e refugiados ambientais.

2. Formas históricas de previsão, mitigação e reação a desastres.

3. História ambiental e desastres naturais.

4. História ambiental e tecnodesastres

5. Desastres: percepções

Maiores iinformações no site do evento.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

II Workshop Internacional de História do Ambiente: Desastres Ambientais e Sustentabilidade & GISDay


     Já estão abertas as inscrições para o II Workshop Internacional de História do Ambiente: Desastres Ambientais e Sustentabilidade que vai ocorrer na UDESC (Santa Catarina - Brasil) entre os dias 15 e 19 de novembro de 2011. O evento dá sequência as atividades realizadas em Braga, Portugal em 2010, sendo que nessa versão aqui no Brasil, existirá, para maior quantidade de pesquisasdores aqui do Sul do país, principalmente depois dos episódios de 2008, oportunidade de discutir a temática com apresentações de comunicações e painéis frente e muitos especialistas na área.

Interessados acessar o link do evento em:
http://alfa.locadados.com.br/~workshop/?ver=home

sábado, 25 de junho de 2011

VI Simpósio da SOLCHA 2012

Já está no ar a página do VI Simpósio da Sociedade Latino Americana e Caribenha de História Ambiental.


O Simpósio em sua sexta edição será realizado em Villa de Leyva na Colômbia entre 6 e 8 de junho de 2012.  Outras informações podem ser obtidas também no endereço da SOLCHA.




sexta-feira, 3 de junho de 2011

IPAN -Instituto Parque das Nascentes & GPHAVI - Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí organizam exposição para dia do Meio Ambiente

No “Domingo no Parque”, dia 05 de junho, Passeio Ecológico promovido Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio, atividade que compõe a programação da Semana do Meio Ambiente da Prefeitura de Blumenau, o IPAN e o parceiro GPHAVI (FURB) estarão apresentando uma exposição sobre a aspectos da História da região do Parque Nacional da Serra do Itajaí.

A exposição contará com animais taxidermizados e fotografias antigas e de paisagens do parque e entorno. Neste dia o parque estará aberto ao público, com entrada gratuíta. A comunidade em geral poderá matar a saudade das maravilhas de nossa floresta ombrófila densa conservada hoje pelo Parque Nacional da Serra do Itajaí, assim como aproveitar dos recursos hidricos e tomar um banho no Rio Garcia em seu trecho limpo. Contamos com vossa presença.



Exploração madeireira em Aquidabã (Apiúna) região de Ilze Grande, entorno do Parque Nacional da Serra do Itajaí (Anos 40)
Foto: Acervo do GPHAVI
Fonte original: Acervo da Família Fronza

Fonte: Instituto Parque das Nascentes (http://institutoparquedasnascentes.blogspot.com/)

 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Fundação do Meio Ambiente de Blumenau faz semana do meio ambiente

A Semana do Meio Ambiente organizada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema), com o apoio de diversas instituições, inicia no próximo domingo, dia 5, e segue até a sexta-feira, dia 10, com o tema “As ações humanas e suas conseqüências para o meio ambiente”.


A abertura oficial da Semana será na segunda-feira, dia 6, às 19h30min, no auditório Carlos Jardim, da Fundação Cultural, com a palestra da doutora Beate Frank. O tema da palestra é “A construção de uma política pública de proteção da água e de prevenção de desastres para o Vale do Itajaí”. Entretanto, simbolicamente, antes da abertura oficial, das 9h às 16h, do dia 5, Dia Mundial do Meio Ambiente, haverá o passeio ecológico no Parque Nacional da Serra do Itajaí (Parque das Nascentes).


De acordo com o presidente da Faema, Robson Tomasoni, o objetivo da Semana é sensibilizar e conscientizar a comunidade blumenauense sobre as conseqüências de suas ações no dia-a-dia para o equilíbrio do meio ambiente, além da necessidade de mudanças de hábitos e posturas em relação à questão ambiental.

Para o encerramento da Semana do Meio Ambiente, na sexta-feira, dia 10, estão agendados três eventos. A partir das 7h30min, a Escola Básica Municipal (EBM) Machado de Assis, na Itoupava Seca, será palco da palestra “Educação Ambiental”, com o educador ambiental da Faema, José Constantino Sommer. A Escola de Educação Básica (EEB) Christoph Augenstein, no Salto Weissbach, fará a socialização dos trabalhos desenvolvidos dentro do projeto Semana do Meio Ambiente e apresentação de teatro, das 8h30min às 16h.


Já o Colégio Bom Jesus, no Centro, recebe apresentações de filmes sobre as medidas prudentes em relação à preservação do meio ambiente. Esta é uma realização dos alunos do terceiro ano do ensino médio, dentro do projeto “Virtudes: prudência em relação ao meio ambiente”.

Data Atividade Local

Dia 5 – 9h às 16h Passeio Ecológico: “Domingo no Parque”

Realização: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio

Parque Nacional da Serra do Itajaí

(Parque das Nascentes)


Dia 6 - 19h30min Abertura Oficial

Palestra: “A construção de uma política pública de proteção da água e de prevenção de desastres para o Vale do Itajaí”

Palestrante: Drª. Beate Frank (Secretaria Executiva do Comitê do Itajaí).

Fundação Cultural de Blumenau

Auditório Carlos Jardim


Dia 7 - 19h Mesa redonda: “Políticas públicas para o uso de sacolas plásticas”

Componentes: Profª Helenice Glorinha Machado Luchetta (Vice-Presidente da Câmara Municipal de Blumenau), Tatiani Cristina Buschirolli (Analista de Marketing da Cooper), Profª Drª. Maria Aparecida de Souza (Coordenadora do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental), Drª. Geovani Zanella (Coordenadora do Núcleo de Gestão Ambiental da ACIB), Raphael de Souza e Silva (Tecnólogo em Gestão Ambiental).

Mediador: Prof. Msc. Nicolau Cardoso Neto

Auditório do SENAI

Sala F-04


Dia 8 - 19h Palestra: “Desastres Ambientais - Ações humanas e suas consequências ao Meio Ambiente”

Palestrante: Prof. Dr. Adalberto Scortegagna (Geólogo e Geógrafo).

Salão Nobre do Colégio Bom Jesus Santo Antônio

Dia 9 – 19h Mesa redonda: “O papel das Igrejas frente às questões ambientais”

Abertura: Frei Nelson José Hillesheim (Reitor da Faculdade de Administração e Economia – FAE).

Componentes: Frei José Luiz Prim (Representante da Igreja Católica Apostólica Romana), Pastor Breno Carlos Willrich (Pastor Sinodal do Sínodo do Vale do Itajaí), Pastor Nilton dos Santos (Presidente da Igreja Evangélica de Blumenau e da Convenção de SC e Sudoeste do PR).

Mediador: Prof. Msc. Nélcio Lindner.

Salão Nobre do Colégio Bom Jesus Santo Antônio

Dia 10 - 19h Mesa redonda: “As Ações humanas e suas consequências para o meio ambiente: perspectivas institucionais”

Componentes: Eng. Robson Tomasoni (Presidente da Fundação Municipal do Meio Ambiente – FAEMA), Walfredo Balistieri (Secretário Municipal de Planejamento Urbano – SEPLAN), Major RR PMSC Jorge Luiz Heckert (Diretor de Fiscalização de Obras e Posturas da Defesa Civil), Profª Drª. Noemia Bohn (Vice-coordenadora do Centro de Ciências Jurídicas da FURB), Leocarlos Sieves (Presidente da ACAPRENA), Lauro Eduardo Bacca (Presidente da RPPN Catarinense), Eng. Amauri Alberto Buzzi (Presidente da Sinduscon).

Mediador: Prof. Msc. Nicolau Cardoso Neto

Auditório da Escola Barão do Rio Branco


Também é necessário destacar que a Faema conta com vários apoiadores para realizar a Semana do Meio Ambiente. São eles: Secretaria Municipal de Educação, Samae, Escola Barão do Rio Branco, OAB, Momento Engenharia, Karsten, Acib, Núcleo de Gestão Ambiental da Acib, Senai, Senac, Furb, ICMBio, Fae Blumenau, Colégio Bom Jesus, Acaprena, Foz do Brasil, Tecnoblu, Museu de Ecologia Fritz Müller, Pronus, Fundação Cultural de Blumenau e Governo do Estado de Santa Catarina.


Fonte: www.blumenau.sc.gov.br

Programação completa www.blumenau.sc.gov.br/faema

Semana do Meio Ambiente na Universidade Regional de Blumenau


Vem aí a Semana do Meio Ambiente na FURB:

Promovida pela FURB, Semana do Meio Ambiente tem programação diversificada


Organizada pela Divisão de Administração do Câmpus, Coordenadoria de Comunicação e Marketing e Curso de Engenharia Florestal da FURB, com a parceria do Supermercado Giassi, durante os dias 1° e 12 de junho acontece a Semana do Meio Ambiente.

A programação tem como objetivo promover o desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural, buscando o bem-estar e a valorização das pessoas, além de desenvolver a percepção e a conscientização quanto ao meio ambiente. É voltada à comunidade acadêmica e à comunidade em geral.

“Pelo oitavo ano a FURB participa das atividades da Semana do Meio Ambiente, por entender a importância para toda a comunidade na qual está inserida e por reconhecer a responsabilidade pelos impactos ambientais que gera”, destaca a coordenadora geral do evento, Geovani Zanella, que responde também pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental da FURB.

Exposições, workshops e distribuição de mudas de árvores estão na programação, disponível no site do evento: www.furb.br/semanameioambiente.

Fonte:
Publicado: Comunicação e Marketing
Texto: Alessandra Meinicke/ Estagiário Gustavo Woerner
Foto(s): Divulgação

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Curta Documentário "Aperreio"

Com direção de Doty Luz (velho amigo lá de Itanhaém, um dos fundadores da ONG Projeto Água Viva) e de Humberto Capucci, produzido pela Café Cuxá Filmes em São Luiz do Maranhão, o documentário APERREIO foi gravado em diversos municípios no interior do Maranhão e retrata a interferência das mudanças climáticas na vida das pessoas. Através da poesia e sabedoria popular, propõe uma reflexão sobre o atual modelo de desenvolvimento econômico e as consequências das ações de degradação praticadas em nome desse modelo.

O Documentário recebeu o prémio PRÊMIO XIKRIN - MELHOR CURTA DOCUMENTÁRIO no II CurtaCarajás - Festival de Cinema de Parauapebas. Para ver o curta documentário ambiental de Doty Luz e Humberto Capucci acesse o canal do you tube http://www.youtube.com/user/cafecuxafilmes 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Bolsista GPHAVI publica artigo na revista Identidade!

Confiram os resultados da pesquisa sobre a História Ambiental do Quilombo Morro do Boi que foi publicado na Revista Identidade!

RESUMO

A pesquisa, voltada para a História Ambiental, tem como foco a análise da relação histórica da comunidade com a natureza, a compreensão do processo histórico de ocupação da região do Morro do Boi, dos elementos extraídos da biodiversidade e a maneira como os moradores os utilizam. Para o levantamento dos dados, a metodologia utilizada foi a pesquisa em fontes bibliográficas e em materiais não escritos - a memória dos próprios moradores. A comunidade Morro do Boi, localizado no município de Balneário Camboriú, foi colonizada por grupos de famílias negras originárias de outras comunidades da região e atualmente somam o total de 16 famílias. Segundo moradores, a agricultura e a caça foram praticadas no quilombo e a madeira serviu para a construção das casas e para fabricação de objetos domésticos e agrícolas. Assim, o desenvolvimento da comunidade inicialmente se fez dependente da floresta.

Acesse o artigo clicando aqui

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Seminário sobre Inventário Florestal apresenta resultados

     O II Seminário sobre Inventário Florestal será realizado no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau, de 4 a 6 de maio de 2011. O evento é direcionado a técnicos e tomadores de decisão de orgãos públicos e empresas privadas, a profissionais liberais, à comunidade acadêmica de Engenharia Florestal, Ciências Biológicas e Agronomia ligada ao tema, bem como ao publico em geral.



     Serão apresentados e discutidos os resultados de quatro anos de levantamentos nas florestas catarinenses no âmbito do Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina (IFFSC). Este levantamento é uma iniciativa do Governo Estadual e foi realizado pela FURB em conjunto com a UFSC e a Epagri.
    
     O evento servirá para a discussão de uma nova política florestal para o estado de Santa Catarina, frente aos resultados do IFFSC, inclusive no contexto do Inventário Florestal Nacional (IFN).
    
     No seminário haverá palestras dos cientistas da equipe do IFFSC (FURB, UFSC, Epagri), bem como de especialistas convidados de instituições de pesquisa nacionais e estrangeiras, além de mesas-redondas e mostra de painéis. As inscrições on-line estão encerradas, novas inscrições podem ser feitas a partir das 13 horas do dia 4 de maio, no Teatro Carlos Gomes.

A programação completa está no site: www.furb.br/inventario

Reunião preparatória

Nesta sexta-feira, 29 de abril, às 10 horas da manhã no Bloco H do câmpus 2 da Universidade de Blumenau, FURB, UFSC e Epagri fazem a última reunião preparatória ao evento.


Floresta mais pobre

     Desde 2007 a FURB realiza, em parceria com a UFSC e a Epagri, o Projeto Inventário Florístico-Florestal de Santa Catarina, concluído em janeiro deste ano. Os levantamentos mostram claramente que a grande maioria dos remanescentes florestais é constituída por florestas secundárias, contendo árvores de espécies pioneiras, jovens e com troncos finos. Assim, estas florestas têm baixo estoque de madeira e de biomassa e um número reduzido de espécies arbóreas e arbustivas diferentes.

     Para o coordenador do projeto, professor Alexander Vibrans, as constantes intervenções humanas na floresta, como a exploração indiscriminada de madeira, roçadas, principalmente no planalto e no oeste catarinense, o pastoreio de bovinos dentro da floresta, surtiram estes efeitos que se resumem num significativo empobrecimento da floresta e na simplificação de sua estrutura. “Isto prejudica as suas funções protetoras do solo e dos mananciais, bem como sua função de reservatório de carbono e guardião da biodiversidade”, disse ele.



Fonte: Notícias FURB
Publicado: Comunicação e Marketing



Texto: Alessandra Meinicke/ Michel Imme Sabbagh


Foto(s): Divulgação

quarta-feira, 13 de abril de 2011

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA DO TEMPO PRESENTE


O Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina informa e convida a realização do I SEMINÁRIO INTERNACIONAL HISTÓRIA DO TEMPO PRESENTE.



O evento ocorrerá entre 07 e 09 de Novembro de 2011, na UDESC, em Florianópolis (SC).


Cronograma básico:

Envio de propostas de comunicações: 15 de abril a 15 de junho de 2011

Divulgação dos trabalhos aceitos: 01 de julho de 2011

Data-limite para envio dos textos completos: 01 de setembro de 2011



Inscrições: O pagamento para inscrever trabalhos nos Simpósios Temáticos ocorrerá após a aprovação dos mesmos pelos/as coordenadores/as.

R$ 50,00 sócios ANPUH

R$ 75,00 não sócios ANPUH

(isenção do pagamento para professores de educação básica da rede pública de Santa Catarina)

Informações em www.seminariotempopresente.faed.udesc.br

Contato: seminariohtp@gmail.com

sexta-feira, 11 de março de 2011

Ocorreu no Saguão do Centro de Ciências Humanas e da Comunicação a 2ª Exposição Itinerante IPAN história e natureza no sul de Blumenau.

Nos dias 9, 10 e 11 de março aconteceu no Saguão do Centro de Ciências Humanas e da Comunicação (Bloco R, câmpus 1), a 2º Exposição Itinerante: ‘IPAN, história e natureza no sul de Blumenau’.
A exposição é uma realização do GPHAVI - Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí, sob coordenação do Professor do Departamento de Ciências Sociais e Filosofia Nelson A. Garcia Santos, e do Instituto Parque das Nascentes – IPAN, e conta com a parceria da Fundação Fritz Müller e do Centro de Ciências Humanas e da Comunicação da FURB.




 

Os visitantes tiveram oportunidade de visualizar fotos antigas, principalmente sobre as Unidades de Conservação que ali estão presentes – Parque Natural Municipal Nascentes do Garcia e o Parque Nacional da Serra do Itajaí – assim como armadilhas de caça, animais empalhados e fotografias sobre as atividades do IPAN.





As imagens foram reunidas através do acervo do Parque das Nascentes, com a ajuda de sócios e de moradores da região sul de Blumenau. As armadilhas de caça que serão expostas foram apreensões da Polícia Militar Ambiental juntamente com o IPAN, durante o tempo que coordenavam as atividades no Parque.






 


Ainda ocorrerá em 2011 mais uma exposição sendo que o local ainda está sendo estuda. Possivelmente alguma escola da rede municipal de Blumenau. As exposições itinerantes fazem parte da contrapartida do projeto: ‘Preservação, conservação e uso público do acervo do Instituto Parque das Nascentes’, financiado pela Fundação Fritz Muller durante 2009 e 2010.

Fiquem atentos no Blog para saber quando e onde ocorrerá a última exposição desse projeto.