"Eu sou o que me cerca. Se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo".
José Ortega y Gasset

domingo, 28 de agosto de 2011

Semana Acadêmica de Historia da FURG - Historia e Ambiente

Semana Acadêmica de Historia da FURG

TEMA: Historia e Ambiente e I Jornada de Historia Ambiental Gaucha


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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Professor Gilberto retorna de Costa Rica após apresentação de estudo sobre a História Ambiental das Comunidades da Bacia Hidrográfica de Rio Sagrado - Morretes - PR

Figura 1: habitantes das águas em Costa Rica. Fonte: Prof. Gilberto F dos Santos

Professor Coordenador do GPHAVI Dr. Gilberto Friedenreich dos Santos retorna após apresentar paper no XIII Encuentro de Geógrafos de America Latina - EGAL, realizado na Costa Rica, entre 25 e 29 de julho de 2011.



O artigo com o título: História da Ocupação Humana e do Uso da Natureza na Microbacia Hidrográfica do Rio Sagrado (Morretes, Paraná, Brasil),  trata das relações sociedade e natureza nas comunidades de Rio Sagrado de Cima, Canhembora, Brejumirim e Candonga, microbacia hidrográfica do Rio Sagrado, município de Morretes, Paraná. Das 520 famílias, 270 são residentes, predominando pequenos proprietários rurais, e 250 são não-residentes. A localidade pertence à Área de Preservação Ambiental (APA)de Guaratuba, que é uma Unidade de Conservação Estadual. O objetivo do presente artigo é compreender o processo histórico de ocupação humana e dos recursos naturais pelas comunidades através da abordagem da história ambiental. A partir do uso da metodologia da História oral, foram realizadas cinco entrevistas com moradores mais antigos das comunidades,que permitiram resgatar lembranças e fatos históricos. Os primeiros habitantes da região de Morretes foram os índios tupis-guaranis e os carijós, que tiveram os contatos com os colonizadores, sendo esses, primeiro os portugueses e depois os espanhóis, os quais determinaram o modelo de desenvolvimento econômico explorando recursos naturais. A ocupação efetiva da microbacia começa no século XIX, e explorada em função da sincronia com relação aos ciclos econômicos regionais, como exemplo, na década de 1970 e 1980 com a exploração madeireira. Inicialmente a caça foi primordial para subsistência das comunidades e posteriormente intensificada para o comércio. Estas interferências antrópicas reduziram a biodiversidade da região.
Palavras-chave: História Ambiental, História Oral, Microbacia Hidrográfica do Rio Sagrado.

Figura 2: Paisagem modificada. Fonte: Prof. Gilberto F dos Santos

O artigo é produto da Iniciação Científica com subsídios (Bolsa de Pesquisa) do Art. 170 do Governo do Estado de Santa Catarina, pesquisa realizada pelo Bolsista Lizandro N. Fernandes, estudante do curso de administração da FURB, sob orientação dos Profs Gilberto e Martin, e com co-autoria de Cristiane Mansur, prof. do Mestrado em Desenvolvimento Regional e prof do curso de Arquitetura. O estudo também é fruto da parceria entre os dois grupos de pesquisa: Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí e o Grupo de Análise Ambiental através do Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.

O artigo completo pode ser visualizado no link:
http://pt.scribd.com/doc/62513501/EPH-031-Gilberto-Friedenreich-Dos-Santos

Além do artigo, o professor Gilberto foi conhecer as interações homem-natureza, e deixa um resumo do que viu em loco através das fotos publicadas nesta postagem.

 Figura 3: Exemplar da avifauna. Fonte: Prof. Gilberto F dos Santos
 Figura 4: Área cultivada. Fonte: Prof. Gilberto F. dos Santos
Figura 5: Área de floresta. Fonte: Prof. Gilberto F. dos Santos