"Eu sou o que me cerca. Se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo".
José Ortega y Gasset

terça-feira, 7 de maio de 2019

Trabalhos apresentados no ST História Ambiental e o Desenvolvimento Regional

Aconteceu dia 06 de maio as 13h30 o Simpósio Temático História Ambiental e o Desenvolvimento Regional. Foram inscritos 7 estudos e destes tivemos 6 apresentações. Quem esteve apresentando e assistindo teve uma soma de conhecimentos sobre História, Exploração, Colonização, Desastres Naturais, Museus, Fumicultura e Dados indígenas, e como essas temáticas fluem na temática da História Ambiental e Desenvolvimento Regional. Os resumos foram divulgados no Cadernos de Resumos da Semana Acadêmica de História e podem ser acessados aqui. Os autores podem publicar o texto nos anais do evento, enviando seus artigos até dia 30/07.

Relação dos trabalhos apresentados:

A LEI DE TERRAS SOBRE CAMINHOS E TERRAS DE USO COMUM À PECUÁRIA EXTENSIVA EM SANTA CATARINA NO SÉCULO XIX - Flávia Paula Darossi
Palavras Chave: Terras de uso comum; Lei de Terras, Santa Catarina.

NARRATIVAS TERRITORIAIS PELOS MUSEUS DE BLUMENAU - Gustavo Nascimento 
Palavras Chave: Território Blumenauense, Narrativa, Museu.

GENERALIDADES ACERCA DA LUNDA E DA SUA EXPLORAÇÃO BIOLÓGICA (1952): Dinâmicas ambientais locais e produção científica na Companhia de Diamantes de Angola Isabela Quint Martins
Palavras Chave: Companhia de Diamantes de Angola; meio ambiente; produção científica.

A ENCHENTE DE 1974 EM TUBARÃO-SC: A CONSTRUÇÃO DE UM DESASTRE NATURAL - Maicon Marques Frasson
Palavras Chave: historia ambiental; desastre ambiental; imprensa

A CONSTRUÇÃO DO BANCO DE DADOS TECÁ - Tuane Longen e Cíntia Régia Rodrigues Palavras Chave: Indígenas, Constituição de 1988, base de dados.

O DISCURSO DA TRADIÇÃO: PERMANÊNCIA NA FUMICULTURA EM RIO DO SUL/SC NO SÉCULO XXI - Stela Schenato
Palavras Chave: Fumicultura; Tradição; Santa Catarina. NARRATIVAS TERRITORIAIS PELOS

O GPHAVI agradece aos autores pela contribuição valiosa que cada trabalho trouxe. Agradecemos também aos colegas do GT Nacional de História Ambiental, pela divulgação do simpósio, assim como os colegas que divulgaram no Correiro SOLCHA.

Martin Stabel Garrote
Coordenador do GPHAVI

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Simpósio do GPHAVI na XXVI Semana Acadêmica de História 2019

A História Ambiental e o Desenvolvimento Regional são áreas que confluem e produzem um conhecimento importante para avaliação dos modelos de vida nas sociedades no século XXI, e principalmente em buscar um conhecimento que gere processos de desenvolvimento sustentáveis para a vida. Desde 2014 no GPHAVI, através do pesquisador  Martin Stabel Garrote, investigações com essas duas áreas interdisciplinares estabeleceram a linha de pesquisa "História Ambiental e Desenvolvimento Regional" em nosso laboratório de História Ambiental. 




O Simpósio Temático História Ambiental e o Desenvolvimento Regional surgiu durante o processo de doutoramento do pesquisador Martin no Programa de Pós-graduação de Desenvolvimento Regional na Universidade Regional de Blumenau, vinculado sempre na Semana Acadêmica de História. Na sua 4º edição em 2019 participarão sete estudos representando instituições como a UFSC, UNESC, UDESC, UNIVILLE, FURB e USP. Eu, e nosso grupo de pesquisa GPHAVI agradecemos a todos os envolvidos na organização do evento, e principalmente aos pesquisadores-autores que submeteram seus estudos para serem apresentados no simpósio e divulgados nos Anais da XXVI Semana Acadêmica de História. Acompanhem no site do evento o cronograma, datas e em breve a relação dos estudos aprovados, clique aqui.


quinta-feira, 25 de abril de 2019

Pesquisa analisará a História Ambiental do Desenvolvimento Regional no entorno do Parque da Malwee em Jaraguá do Sul-SC

Que tipo de desenvolvimento ocorre no entorno de parques privados? O Parque Malwee, na cidade de Jaraguá do Sul foi inaugurado em 1978, possui aproximadamente 1,5 milhão de m² de área preservada, abriga em sua extensão mais de 35 mil árvores, nativas e exóticas à flora brasileira e 133 espécies de aves catalogadas e é pertencente ao grupo Malwee. Tanto a empresa quanto o parque são peças importantes no desenvolvimento da cidade.
Fonte: Grupo Malwee
O objetivo é investigar a História do Desenvolvimento Regional das populações que vivem próximas ao parque Malwee na cidade de Jaraguá do Sul. Como metas a pesquisa vai (a)compreender o processo histórico de ocupação e colonização do municipio de jaragua do Sul e da região do Parque Malwee; (b)identificar na história do entorno do Parque Malwee os processos de desenvolvimento local; (c)analisar as transformações socioambientais proporcionadas pela existência e funcionamento do parque.
A proposta da pesquisa surgiu durante a pesquisas FUMDES 2018, sobre a História Ambiental e o Desenvolvimento Regional das comunidades do entorno do Parque Nacional da Serra do Itajaí em Apiúna, Presidente Nereu e Vidal Ramos - SC, os estudantes e bolsistas fumdes do GPHAVI Juliano João Nazário e Kayuã Girardi tiveram a ideia de propor um projeto, tendo como base o que estavam fazendo sobre o PNSI, mas em outro parque, e neste caso um parque privado, o Parque da Malwee em Jaraguá do Sul - SC. Essa iniciativa foi submetida para avaliação no edital FUMDES 2019 e obteve aprovação (veja a relação dos aprovados clicando aqui). A pesquisa História do desenvolvimento da região do Parque Malwee em Jaraguá do Sul - SC será realizada pelos estudantes entre maio de 2019 até abril de 2020 e conta com a orientação do pesquisador Martin S. Garrote e de Gilberto F. dos Santos. Acompanhe aqui no Blog do GPHAVI o andamento da pequisa.


terça-feira, 2 de abril de 2019

Iniciação científica investigará o desenvolvimento das comunidades de entorno no sul do Parque Nacional da Serra do Itajaí

A pesquisa  Investigando a História Ambiental do Desenvolvimento Regional do Sul do Parque Nacional da Serra do Itajaí aprovada pelo PIPe 2019 aborda a temática dos estudos do desenvolvimento regional ou ciência regional e da História Ambiental. O objetivo é investigar a História Ambiental do Desenvolvimento Regional do território das comunidades rurais presentes no entorno do Parque Nacional Serra do Itajaí municípios de Presidente Nereu, Vidal Ramos e Botuverá - SC. Inicialmente a pesquisa vai compreender as características geográficas e socioeconômicas do território, e através de levantamentos de fontes descrever o processo histórico de ocupação e formação das comunidades identificando na história das comunidades, as principais atividades econômicas e seus impactos sócio ambientais. Contudo identificar no contexto atual do entorno do PNSI iniciativas de desenvolvimento sustentável. A pesquisa está associada a outras duas pesquisas maiores realizadas no grupo sendo orientadas pelo pesquisador Martin.

A relação dos projetos aprovados está disponível aqui. O grupo estará selecionando estudantes para o aprendizado e exercício científico a partir de hoje, e os interessados devem cumprir as seguintes exigências: 

a) ter cadastro socioeconômico em 2019/1 aprovado e com pontuação menor ou igual ao limite proposto pela Coordenadoria de Assuntos Estudantis - CAE para bolsas de iniciação científica; 
b) ter cadastro atualizado em 2019/1 no Programa de Bolsas Universitárias de Santa Catarina – UNIEDU (www.uniedu.sed.sc.gov.br); 
c) dispor de 20 (vinte) horas semanais, distribuídas de acordo com as atividades propostas pelo projeto de pesquisa; 
d) não receber bolsa de estudo do Artigo 170, bolsa de estudo ou pesquisa do Artigo 171, PROESDE ou Fundo Social durante o período de execução do projeto de pesquisa; 
e) não receber outra bolsa, cumulativamente, conforme artigo 6º da Resolução Nº 072/2014; 
f) não receber mais de 75% (setenta e cinco por cento) de financiamento do FIES – Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior; 
g) não estar inadimplente com a PROPEX; 
h) ter cumprido 20 horas de atividades educativas em projetos sociais vinculados à extensão universitária, por semestre, caso tenha recebido uma ou mais parcelas de bolsa de estudo ou de pesquisa do Artigo 170. 

Documentos para indicação de bolsista: 
a) Ficha de inscrição do bolsista, disponível no sítio da FURB, clique aqui para baixar
b) Fotocópia do resumo de matrícula do bolsista. O bolsista contratado terá direito a receber 4 (quatro) parcelas de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais). Esse valor é correspondente a 12 mensalidades e poderá variar, pois de acordo com a legislação estadual o valor não poderá ser inferior a 25% nem superior ao valor da mensalidade do bolsista.  

segunda-feira, 25 de março de 2019

História, meio ambiente e desenvolvimento regional do território do Parque Nacional da Serra do Itajaí no município de Blumenau (Vale do Itajaí, Santa Catarina).

Recebemos hoje a notícia da publicação do artigo História, meio ambiente e desenvolvimento regional do território do Parque Nacional da Serra do Itajaí no município de Blumenau (Vale do Itajaí, Santa Catarina), de autoria dos pesquisadores Martin e Gilberto na Revista Geosul,  v. 34, n. 70, edição de jan./abr de 2019. A pesquisa aborda a temática da interação sociedade e natureza tendo como delimitação territorial a comunidade da Nova Rússia, município de Blumenau, situada na zona de amortecimento do Parque Nacional da Serra do Itajaí (PNSI). O objetivo foi descrever a história ambiental e o desenvolvimento regional da comunidade. As atividades que contribuíam para o desenvolvimento regional entre 1860-1940 foram: mineração, exploração florestal (madeira e lenha) e atividades agropecuárias de subsistência. Entre 1950-1990 ocorre uma ampliação da ocupação do espaço pelas atividades exploratórias já desenvolvidas, redução da floresta nativa, introdução de pinus e eucalipto. Depois de 1990 surgem iniciativas de uso comercial, para lazer e recreação, assim como iniciativas de conservação da natureza. As atividades ampliaram-se com a criação do PNSI em 2004 e se tornaram importantes elementos do desenvolvimento regional sustentável. Para ler na integra o estudo clique aqui.


quarta-feira, 20 de março de 2019

Simpósio de História Ambiental e o Desenvolvimento Regional na Semana Acadêmica de História da FURB


Entre 6 e 10 de maio ocorrerá a XXVI Semana Acadêmica de História da Universidade Regional de Blumenau. Evento consolidado que acompanha o desenvolvimento do curso, e a cada ano surpreende tanto nos temas abordados quanto no público participante. Nesta edição de 2019 a semana leva o tema "Prática e saberes de um historiador".  Além das palestras e mesas redondas estão abertas as inscrições para submissão de artigos para publicação nos Anais do evento nos simpósios temáticos, e neste ano 16 simpósios são ofertados.  Destacamos o simpósio 3 - História Ambiental e o Desenvolvimento Regional, coordenado pelo pesquisador Martin do GPHAVI. As inscrições de trabalhos ocorrerão entre 20/03/2019 até 22/04/2019, assim não deixe de participar.  Maiores informações clique aqui.

História Ambiental e o Desenvolvimento Regional Proponente: Martin Stabel Garrote (Doutorando FURB)
Nossa espécie sobrevive conforme o grau de sua intervenção no ambiente, e isso se dá pela forma como ela organiza e regula suas atividades econômicas, ou seja, como ela estabelece historicamente em um determinado espaço seu modelo de desenvolvimento. Quanto mais complexa a sociedade mais complexa é a dependência dos recursos naturais do ambiente, e maiores são os problemas ambientais decorrentes. Como vivemos em uma sociedade capitalista o processo de acumulação, de produção de bens de consumo causa problemas e danos irreparáveis ao ambiente. A História Ambiental contribui numa maneira de entender e escrever a história de algum lugar, considerando o papel da natureza como um dos fatores condicionantes para o desenvolvimento de uma sociedade. É uma área recente constituída de uma interface entre história, antropologia, ecologia, antropologia e geografia. Suas análises por serem transdisciplinares, contribuem na compreensão sobre as causas das transformações ambientais do passado e no presente, e colaboram com ações que visem construir sociedades mais justas e sustentáveis. O simpósio busca promover um espaço para divulgação de investigações que se preocupam em narrar a História das relações, interações e interdependências da sociedade no ambiente evidenciando como se configura o desenvolvimento das sociedades e suas problemáticas em diversos espaços e temporalidades.

sexta-feira, 8 de março de 2019

15 nomes de mulheres ambientalistas

De inovadores primatologistas a exploradores de mar profundo a determinados ativistas, cada um deles mudou a maneira como vemos o mundo - e nosso papel em protegê-lo. Igualmente importante, essas mulheres mostraram a todos nós que temos um efeito sobre a saúde de nossa fábrica: desde as menores decisões do dia-a-dia até a política internacional - cada um de nós pode fazer a diferença. 
Abaixo, compartilhamos as histórias de 15 mulheres e exploramos suas contribuições para criar um mundo mais verde e saudável. E, se quiser aprender mais sobre qualquer uma das mulheres em destaque ou apresentá-las a crianças e adolescentes, após cada perfil, compartilhamos várias recomendações de leitura para diferentes faixas etárias, além de outros recursos que celebram essas mulheres notáveis. Para continuar a ler essa matéria clique aqui

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

XXVI Semana Acadêmica do Curso de História da FURB

A XXVI Semana Acadêmica de História, organizada pelo Centro Academico CAHClio e Departamento de História e Geografia será realizada entre os dias 06 e 10 de maio de 2019. O tema da semana neste ano é "Prática e Saberes de um Historiador: arquivos, historiografias e didática da História". É um evento consolidado e que possui abertura para estudantes da graduação submeterem seus estudos e pesquisas em andamento. Para saber mais sobre o evento acessem a página clicando aqui.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Texto: Desastre en el Territorio de la Minería en Minas Gerais


Desastre en el Territorio de la Minería en Minas Gerais

Haruf Salmen Espindola[i]
Diego Jeangregório Martins Guimarães
Iesmy Elisa Gomes Mifarreg

En Brasil, el 25 de enero de 2019, ocurrió la rotura de la presa de desechos de mineral de hierro de la compañía Vale S/A, en la localidad denominada Córrego do Feijão, en el Municipio de Brumadinho, en la región metropolitana de Belo Horizonte, capital del Estado de Minas Gerais. La Mina do Feijão explorada por Vale era parte del Complejo de Paraopeba, constituido por 13 estructuras utilizadas para la extracción de mineral de hierro, cuya participación correspondía al 7% de la producción de la empresa en 2018. El complejo minero de la mina de Córrego do Feijão contaba con siete presas de desechos, siendo que aguas abajo de la presa que se rompió había una situación completamente atípica frente a las normas técnicas en vigor e, inclusive al sentido común. Las infraestructuras construidas, para el funcionamiento de los sectores administrativos, comedor, oficinas de mantenimiento, terminal de cargas y la pequeña red ferroviaria, estaban instalados justo abajo de la presa de desechos.

La presa que se rompió, construida en 1976, almacenaba 12 millones de metros cúbicos de desechos. El tipo de relieve y las estructuras construidas facilitaron el rápido desplazamiento (...) para continuar a ler este texto clique aqui.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Nota do GT História Ambiental do Ceará - Brumadinho: Não foi acidente!

Fonte da imagem:https://correio-cdn1.cworks.cloud/fileadmin/_processed_/8/2/csm_brumadinho_8fa10c0ad0.jpg

Nós do GPHAVI compartilhamos aqui a nota emitida pelo GT de História Ambiental do Ceará sobre o ocorrido em Brumadinho, nota transcrita e ratificada pelo GT NACIONAL DE HISTÓRIA AMBIENTAL - grupo da ANPUH:

BRUMADINHO: NÃO FOI ACIDENTE!

O Grupo de Trabalho de História Ambiental do Ceará manifesta por meio desta nota sua solidariedade às vítimas do crime socioambiental que ocorreu na barragem do Feijão, Brumadinho-MG, sob a responsabilidade da empresa Vale S. A. Ao mesmo tempo, esclarecemos que prestar solidariedade às vítimas dessa tragédia significa também exigir que a empresa seja devidamente responsabilizada por esse ecocídio, que, assim como o que ocorreu em 2015 pela Samarco, é fruto da negligência, ganância, afrouxamentos da legislação e da fiscalização ambiental, bem como da certeza da impunidade por parte de um Estado submetido à logica neoliberal.
Ressaltamos a importância de todos permanecermos cada vez mais atentos e ativos na luta contra retrocessos legais e ataques aos mais vários sistemas ecológicos. Nos últimos anos, especialmente em nosso continente latino-americano, a ascensão de ameaças à democracia vem impactando de modo cada vez mais violento o vasto conjunto que engloba as mais diversas sociedades humanas e o ambiente que as cercam. No caso mais específico do Ceará, não faltam também casos graves nesse sentido, como uso indevido das águas, problemas ambientais decorrentes da termelétrica e siderúrgica no porto do Pecém; construções inapropriadas de parques de energia eólica; exploração de urânio em Santa Quitéria, difusão de latifúndios e uso de agrotóxicos em larga escala.
Portanto, é urgente que nos mobilizemos diante desses ataques e crimes socioambientais que tendem, na atual conjuntura, a ser cada vez mais frequentes. Estamos certos de que a luta pela democracia envolve também a defesa de práticas e gestões mais democráticas dos ambientes onde vivemos, respeitando e valorizando a diversidade de agentes humanos e não-humanos presentes nos ecossistemas.
Fortaleza, 6 de fevereiro de 2019. Grupo de Trabalho em História Ambiental do Ceará

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Pesquisador do grupo participa de projeto sobre Gestão das Águas

O pesquisador Dr. Gilberto Friedenreich dos Santos participará do projeto  ARENAS, DISPUTAS E DESAFIOS NOS MULTIPLOS ARRANJOS DE GESTÃO DAS ÁGUAS coordenado pela Dra. Cristiane Mansur de Morais Souza.
Conforme Gilberto, a pesquisa é uma parceria entre os grupos de pesquisa: Análise Ambiental e Ecodesenvolvimento (Departamento de Arquitetura e PPGDR), o Núcleo de Pesquisas em Desenvolvimento Regional (Departamento de Economia e PPGDR) e o GPHAVI da FURB. O objetivo é analisar como são adotados os mecanismo de gestão das águas em três diferentes arranjos institucionais de governança dos recursos hídricos, sendo analisado o Semiárido Nordestino, Rio de Janeiro e Santa Catarina. A pesquisa é financiada através do fomento do edital MCTIC/CNPq n.28/2018 Universal. Segundo o pesquisador a pesquisa proporcionará proposições de alternativas de governança para a gestão das águas nessas regiões.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

História Ambiental se despede de Donald Hughes

O historiador ambiental Donald Hughes faleceu na manha de hoje (03/02/2019) em sua casa no lago Worth na Flórida. Hughes publicou importantes obras para a História Ambiental (clique aqui e veja relação completa). Sua contribuição o torna imortal.








sábado, 26 de janeiro de 2019

Desastre em Brumadinho - MG

Figura 1
A mineradora Vale adotou em 2017 o lema ‘Mariana nunca mais’, em alusão ao acidente na barragem da mineradora Samarco, ocorrido há 3 anos, e que destruiu a bacia do rio Doce. A Samarco é controlada pelas mineradoras Vale e BHP Billiton. Pois Mariana voltou a acontecer nesta sexta-feira (25), em doses (por enquanto) menores do ponto de vista ambiental e maiores do ponto de vista humano. Se a tragédia ocorrida em novembro de 2015 deixou 19 mortos, na de hoje estão confirmados 7 mortos e mais de 150 pessoas desaparecidas. No total, três barragens de rejeitos de mineração se romperam no fim da manhã desta sexta-feira (25), mudando a paisagem do município de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, até o início da noite 189 pessoas foram resgatadas com vida. Parte são funcionários da própria Vale, que estavam almoçando no momento do acidente. A lama atingiu o rio Paraopeba, ‒ que faz parte do sistema de abastecimento de água da região metropolitana de Belo Horizonte ‒, e segue a caminho do município de Betim e Pará de Minas.



As prefeituras pediram para que moradores esvaziem casas próximas das margens do rio. A lama deverá atingir a hidrelétrica de Retiro Baixo, localizada entre os municípios de Curvelo e Pompeu, no domingo. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), órgão agora ligado ao Ministério do Desenvolvimento Regional, a hidrelétrica deve amortecer a onda de rejeitos. Se a lama for segurada, Furnas terá uma hidrelétrica a menos, mas isso evitará que a lama chegue ao rio São Francisco. Se transbordar, a tragédia de Brumadinho tem chances de superar Mariana no posto de maior tragédia ambiental da história. Para ler a continuação dessa matéria clique aqui.

-Fonte do texto: BRAGANÇA, Daniele. Vale repete Mariana e rejeitos poderão chegar ao rio São Francisco.  O ECCO. Disponível em: https://www.oeco.org.br/noticias/vale-repete-mariana-e-rejeitos-poderao-chegar-ao-rio-sao-francisco/ Acesso em 25 de janeiro de 2019.
-Fonte da FIGURA 1: https://br.jetss.com/noticias/brasil/2019/01/artistas-lamentam-acidente-em-brumadinho/  Disponível em  Acesso 26 de janeiro de 2019.

Veja também:

“As mineradoras em Minas fazem o que bem entendem”, diz jornalista que escreveu livro sobre Mariana - clique aqui.

Expansão de mineração em Brumadinho foi aprovada com licença simplificada - clique aqui.





quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Pesquisadores participam na elaboração do Plano de Manejo do Parque Natural Municipal Freymund Germer - Morro Azul

O Plano de Manejo do Parque Natural Municipal Freymund Germer ou Morro Azul foi elaborado através de um convênio entre a prefeitura de Timbó e a FURB, Departamento de Engenharia Florestal. O GPHAVI participou com seus pesquisadores que foram envolvidos em diferentes etapas na pesquisa e elaboração do Plano de Manejo, com envolvimento diretamente dos pesquisadores Carlos Eduardo Zimmermann, Vanessa Dambrowski, Martin Stabel Garrote, Shimene Feuser e Gilberto Friedenreich dos Santos, e os bolsistas Jaqueline Gonçalvez Amaro, Taníse Kraemer Oliveira, Irving Farias Gomes da Silva e Dilso Roecker Junior. 
O Plano de Manejo é um documento que representa um instrumento que fornece diretrizes para a gestão do parque. E agora com ele, a prefeitura poderá realizar uma gestão voltada para o que a comunidade e pesquisadores diagnosticaram e planejaram. Os pesquisadores do GPHAVI envolvidos participaram na coordenação das atividades, redação e organização do documento, no levantamento dos aspectos históricos e socioeconômicos, na declaração de significância, no planejamento, e diagnostico e projeto de educação ambiental. Para conhecer o documento na integra clique aqui

Veja Também:
>Parceria promove elaboração do Plano de Manejo do Morro Azul - clique aqui
>Timbó recebe da FURB Plano de Manejo do Morro Azul - clique aqui.
>Lei cria o Parque Morro Azul - clique aqui

domingo, 6 de janeiro de 2019

72,758 visualizações em 10 anos do blog do GPHAVI

Agradecemos a todos os visitantes e colaboradores, em janeiro de 2019 atingimos mais de 72 mil visualizações no Blog. Desde 2009 quando criado o blog, seu objetivo foi divulgar as atividades do GPHAVI e assuntos da História Ambiental. O público que visita o blog vem de todos os cantos, quantidade de acessos de diversos países. 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

STs de História Ambiental propostos pelo GT Nacional de História Ambiental no 30º Simpósio Nacional de História da ANPUH

Na página do GT Nacional História Ambiental foram divulgados os dois simpósios temáticos propostos para o 30º Simpósio Nacional de História.


> 061. História Ambiental: ciência, sociedade e biodiversidade: coordenado por Susana Cesco (Universidade Federal Fluminense) e Ely Bergo de Carvalho (Universidade Federal de Minas Gerais);

>062. História Ambiental: espaço, território e natureza: coordenado por Haruf Salmen Espindola (UNIVALE) e Dora Shellard Corrêa (IEB-USP)

O prazo para inscrição de trabalhos nos simpósios temáticos inicia em 14 jan. 2019 e termina em 22 mar. 2019.