O cientista deve preocupar-se em criar, despertar e estimular o interesse pela concepção de novos paradigmas e não limitar-se somente à transmissão de conhecimentos já estabelecidos.



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Encerramento com churrasco entre GPHAVI e LABEO

Foi realizado no dia 15 de dezembro nas dependências da FURB, especificamente no Paiol. A atividade integrou os participantes dos projetos entre os grupos. 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Artigos do ST História Ambiental e o Desenvolvimento Regional estão disponíveis.

Lançado os anais da XXIII Semana Acadêmica de História. Nele estão presentes os artigos divulgados no ST coordenado pelo pesquisador Martin Stabel Garrote História Ambiental e o Desenvolvimento Regional.

Por uma História Ambiental Latinoamericana

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

V Simpósio sobre o Direito das Minorias: uma homenagem aos 90 anos de Roberto Lyra Filho

O V Simpósio sobre o Direito das Minorias situa-se na necessidade e no compromisso do Curso de Direito da UNISOCIESC em discutir um tema tão caro, mas igualmente negligenciado na educação jurídica: o direito à diferença. A democracia, tão associada à construção de consensos majoritários – a decisão das maiorias- , deve, com a mesma intensidade, preocupar-se com a proteção das “minorias”. Tais “minorias” não devem ser entendidas do ponto de vista quantitativo – as “minorias” podem ser absolutamente numerosas -, mas por sua posição social assumida no processo histórico.
Nesta edição, além das temáticas pertinentes às minorias, o V Simpósio realiza homenagem a Roberto Lyra Filho. Jurista crítico, cuja originalidade rendeu reconhecimento internacional, questionou o sistema jurídico desvelando os conflitos sociais e as formas de controle, das quais o âmbito jurídico é instância privilegiada. Como legado, deixou-nos uma heterodoxa reflexão em vários campos do direito (Teoria e Filosofia do Direito, Criminologia Dialética, Sociologia do Direito, etc.), sempre questionando a dicotomia entre a produção jurídica estatal frente às outras normatividades derivadas das lutas sociais dos de baixo ou mesmo das ditas minorias. Por isso, neste ano, em que, exatamente, completam 90 anos do nascimento e também 30 anos do falecimento de Lyra Filho, a valorização de sua teoria permite resgatar criticamente uma das mais importantes e instigantes linhas do pensamento jurídico brasileiro.  
No sentido organizativo, é fundamental ressaltar o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no financiamento do evento. Por sua vez, como centrais parceiros na realização e organização do V Simpósio, também figuram o Núcleo de Estudos Filosóficos da Universidade Federal do Paraná (NEFIL-UFPR) e o Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS).
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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Imigração, racismo e interculturalidade na América Latina

As transformações provocadas pela globalização têm produzido forte impacto sobre os movimentos migratórios em escala mundial. A constante mudança dos modos de produção e, consequentemente, nos modos de vida, intensificou a mobilidade de imensos contingentes humanos, fenômeno que é facilitado pela evolução tecnológica que possibilita deslocamentos de forma mais rápida. Por outro lado, conflitos armados, regimes ditatoriais e catástrofes climáticas multiplicam as migrações forçadas e as situações de refúgio.
 
A ação de migrar, contudo, é uma das características da espécie humana desde os primórdios. Na contemporaneidade, a migração passou a ser um direito universal, garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948). A mobilidade é parte constitutiva da história da maioria das nações, especialmente do Brasil e da América Latina, constituído desde sua gênese por distintos movimentos migratórios, tais como o nomadismo dos povos indígenas, o processo colonizador europeu, a diáspora forçada dos negros africanos, entre outros.
 
Com o fenômeno da globalização, houve a intensificação das conexões e relações em escala mundial, em uma multiplicidade de áreas da vida social, o que facilitou e até estimulou o processo migratório, principalmente diante da visibilidade dos países chamados “desenvolvidos” no cenário econômico internacional. No entanto, a partir de 2008, diante de nova crise do capitalismo internacional, estes países começaram a modificar suas legislações para restringir e dificultar ao máximo a entrada das constantes levas de imigrantes em suas fronteiras.
 
As regras impostas não só pretendem impedir a mobilidade populacional, mas também restringir os direitos sociais, civis e políticos dos imigrantes, limitando, por exemplo, o acesso à saúde, educação, trabalho e moradia. Estas restrições constituem grandes obstáculos para a idealização de políticas e ações migratórias condizentes com a promoção dos direitos humanos.
 
Geralmente, o migrante lança-se a novo(s) território(s) motivado pela busca de melhores condições de vida, tanto por conta das desigualdades sociais presentes em seu país de origem, quanto pela existência de conflitos armados, crise financeira ou ainda por catástrofes naturais, como é o caso do Haiti. 
O migrante vive num mundo onde a globalização dispensa fronteiras, muda parâmetros diariamente, ostenta luxos, esbanja informações, estimula consumos, gera sonhos, e, finalmente, cria expectativas de uma vida melhor. Mas na prática, este mundo de oportunidades acessível a todos, essa visão de um mundo sem fronteiras, de livre circulação e integração de povos e culturas, não passa de uma ideologia, que ao final do processo exclui as pessoas e privilegia a livre circulação de bens, serviços e mercadorias.
 
Em face disso, a Mesa Redonda sobre Imigração, Racismo e Interculturalidade na América Latina pretende discutir as inter-relações entre globalização e migração na contemporaneidade, com o intento de desvelar a aparente flexibilização global das fronteiras, desvelando suas contradições, exclusões e violações de direitos. 

Dia 10/10 na FURB. Maiores informações em www.furb.br/universidadeaberta

terça-feira, 4 de outubro de 2016

CALL FOR PAPERS FRONTEIRAS: Journal of Social, Technological and Environmental Science - v. 6 n.1, jan-abril (2017)

Dossiê "Territórios e paisagens na América Latina”
Território e paisagem são dois importantes conceitos das ciências sociais e ambientais e que abrangem um vasto campo de questões interdisciplinares em termos espaciais e temporais. Tradicionalmente usados pelos geógrafos, estes conceitos têm sido apropriados nas últimas décadas por ambientalistas e historiadores, dentre outros especialistas. Embora utilizado no esclarecimento e interpretação de diferentes dimensões da realidade, os conceitos de território e, sobretudo, o de paisagem, traduzem importantes pontos de contato: seu desenvolvimento permite uma visão mais complexa da espacialidade e materialidade das sociedades humanas ao longo do tempo. Território e paisagem ligam as ciências sociais com as ciências naturais, o mundo humano com o não-humano e o tempo com o espaço. São conceitos dinâmicos e complexos, que exigem abordagens teóricas e metodológicas interdisciplinares. Ambos permitem uma ampla gama de abordagens importantes no manejo com sistemas altamente complexos de conexões que refletem a multiplicidade de interações entre as sociedades e a natureza. O estudo e aplicação destes conceitos em locais específicos é um desafio interdisciplinar capaz de favorecer importantes contribuições para a compreensão dos processos socioecológicos em um mundo e uma América Latina em transformações.
Seguindo estas ideias este dossiê está aberto à apresentação de artigos que discutam e usem estes conceitos de forma interdisciplinar, para compreender melhor o passado e o presente da América Latina.


Publishers
Claudia Leal (Associate Professor, Universidad de los Andes, Bogotá, Colombia)
Diogo de Carvalho Cabral (Department of Geography, Brazilian Institute of Geography and Statistics, Rio de Janeiro, Brazil)
Marina Miraglia (Associate Professor, Universidad Nacional de General Sarmiento, Buenos Aires, Argentina)
Rogério Ribeiro de Oliveira (Associate Professor, PUC-Rio, Rio de Janeiro, Brazil)


Deadline for submission: February 6, 2017
Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science
Submitting articles to the following email: fronteiras.unievangelica@gmail.com

sábado, 1 de outubro de 2016

Artigo: Afinal, Desenvolvimento Regional serve para quê? Reflexões a partir da sociologia da libertação de Fals Borda e da sociologia da exploração de Casanova

A história, tanto do desenvolvimento quanto da teoria social na América Latina, está imersa no paradigma eurocêntrico, no encobrimento do Outro (maiorias exploradas no subcontinente), na exploração da natureza e na predominância de discursos “desde fora”. A teoria do desenvolvimento regional, considerada de médio alcance, é derivada da teoria do desenvolvimento e traz, em sua bagagem, enfoques importados que prometem milagres ao levar o progresso às regiões subdesenvolvidas da periferia. A teoria social, no geral, e a sociologia-centro, em particular, são parte desse paradigma e desse discurso. Nesse sentido, trazemos neste artigo a sociologia-periferia, de Fals Borda e de Casanova, em diálogo com a questão regional, como possibilidade de contra-discurso. Essa sociologia abriga a crítica eurocêntrica da teoria social e do desenvolvimento que teve lugar na América Latina, e discute o compromisso da ciência no pensar com a região e no agir para transformar/libertar a região.

O artigo completo de autoria de Luciana Butzke, Oklinger Mantovaneli Junior e Ivo Marcos Theis pode ser acessado aqui.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Pesquisador apresenta trabalho do 3º SEDRES

O pesquisador Martin apresenta o trabalho A contribuição da História Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável no 3º SEDRES. Conforme o pesquisador no contexto da crise ambiental a historiografia ambiental passa a produzir um conhecimento a respeito do uso da biodiversidade e pode ser usada no planejamento de políticas públicas de desenvolvimento sustentável. O objetivo do artigo é discutir o papel da inserção da historiografia ambiental como uma metodologia de estudos para o desenvolvimento regional, enfatizando de que forma ela produz conhecimentos que orientem/complemente a formulação de agendas de políticas públicas de desenvolvimento sustentável. Tenho como tese que com os estudos da História Ambiental é possível averiguar as limitações e vocações dos territórios obtendo informações uteis para orientar processos de desenvolvimento sustentável. 

Assista a apresentação de slides aqui:
video

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Bolsistas FUNDES apresentam estudo no 4º Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações

Foi apresentando pelos bolsistas FUNDES 2014-15 Wilham Verner Zilz e Dilso Roecker Junior o estudo A territorialidade e as transformações ambientais nas comunidades tradicionais de pescadores da Ribeira e da Costeira – SC no 4º Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações.

Conforme os bolsistas pesquisadores, as comunidades pesquisadas,  Ribeira e Costeira estão localizadas no Canal do Linguado, litoral norte de Santa Catarina. A pesquisa partiu com o enfoque da História Ambiental para compreender a territorialidade das comunidades tradicionais pesqueiras e caracterizar as transformações ambientais. As percepções dos pescadores apontam períodos de extremo calor, excesso de chuvas, imprevisibilidade do tempo e aumento da incidência dos ventos como dificultadores. O território das comunidades modificou-se no decorrer das décadas, paulatinamente conforme as modificações ambientais. Destacam-se tensões e embates entre pescadores artesanais e outros setores para manter-se na atividade.








Acesse o estudo completo nos anais do evento clicando aqui.

Encontro do GT Nacional de História Ambiental


Caros(as) colegas


Renovamos o convite para participar do Encontro Aberto do GT Nacional Historia Ambiental, no dia 14 setembro/2016, as 14 horas, como parte da programacao do 4 Simposio Internacional de Historia Ambiental e Migracoes, que esta acontecendo em Florianopolis SC. A pauta sera:



1. Relato das atividades do Grupo;
2. Criacao de novos GTs estaduais de historia ambiental;
3. Propostas de simposios tematicos para o Simposio Nacional de Historia 
da ANPUH;
4. Assuntos gerais.



Atenciosamente,
Marcos Gerhardt, Susana Cesco e Samira P. Moretto
Coordenacao do GT Nacional Historia Ambiental/ANPUH


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

1º Fórum Integrado da pós-graduação FURB






O 1º Fórum Integrado da pós-graduação é uma realização da Pro-reitoria de Pós-graduação, pesquisa e extensão da FURB. Ocorrerá entre 26 e 27 de outubro de 2016. Maiores informações clique aqui.


terça-feira, 9 de agosto de 2016

XVII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional

O XVII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional ocorre em SÃO PAULO, 22 A 26 DE MAIO DE 2017. Saiba mais clicando aqui.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

I Colóquio de História Econômica e Social de Santa Catarina: História e economia, aproximações e perspectivas.










O I Colóquio de História Econômica e Social de Santa Catarina ocorre entre 12 e 13 de setembro de 2016, na Universidade do Extremo Sul Catarinense/UNESC, Criciúma/SC/Brasil. Os interessados em divulgar as pesquisas no evento, as submissões vão até 13 de agosto de 2016 (resumo ou resumo estendido). Maiores informações clique aqui. 

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Pesquisa investigará a história e memória do uso de espécies exóticas vegetais no PNSI

O GPHAVI aprova uma bolsa pesquisa no edital PIBIC na FURB. A pesquisa "História e memória do uso de espécies exóticas vegetais na região do Parque Nacional da Serra do Itajaí (Vale do Itajaí, Santa Catarina)" de autoria da pesquisadora Vanessa Dambrowski, contará com uma bolsa para estudantes da graduação através de recursos PIBIC-FURB. Conforme a pesquisadora o GPHAVI realiza pesquisas sobre as relações homem e natureza em Unidades de Conservação no âmbito da história ambiental, e o PNSI é uma dessas áreas. As pesquisas têm identificado através de atividades em campo e entrevistas a introdução e uso de espécies exóticas vegetais para fins de subsistência, uso medicinal e paisagístico. A fim de entender melhor os usos destas espécies exóticas e a interdependência para o desenvolvimento das comunidades pretende-se investigar a história e memória do uso de espécies exóticas vegetais na região do Parque Nacional da Serra do Itajaí que abrange os municípios de Blumenau, Gaspar e Indaial. O conhecimento da introdução e uso de espécies exóticas associadas às práticas culturais e comerciais de subsistência são importantes do ponto de vista da História Regional e História Ambiental, sendo que as comunidades regionais se desenvolveram a partir do uso e cultivo de espécies trazidas com os colonizadores. Compreender como as comunidades utilizavam estas espécies e o quanto a introdução delas foi fundamental ao desenvolvimento das comunidades e ao mesmo tempo como estas espécies podem interferir na natureza local, tornam-se fundamentais para empreender estudos voltados para a História Ambiental, promovendo acúmulo de conhecimento, desenvolvimento de novas metodologias de análise historiográfica, e promoção do conhecimento histórico à região. A pesquisa também pode proporcionar conhecimento para estudos sobre o processo de invasão e a ocorrência de espécies exóticas invasoras no entorno e território do PNSI.

A pesquisa será desenvolvida de agosto de 2016 até julho de 2017. Maiores informações no Lab do grupo, sala R-109, Campus 1, FURB, ou (47) 3321 0438,l diretamente com os pesquisadores e bolsistas do grupo.


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Pesquisadores do grupo aprovam estudo no 3 SEDRES

Os pesquisadores Gilberto e Martin aprovam o estudo A Contribuição da História Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável no 3 Seminário de Desenvolvimento Regional, Estado e Sociedade, evento que ocorrerá na Universidade Regional de Blumenau entre 14 e 17 de setembro. Veja a lista dos trabalhos aprovados aqui. Entre na página do evento aqui.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Vem aí o XXIX Simpósio Nacional de História


CRONOGRAMA


15/08/2016: Data prevista para inauguração do site do SNH 2017.

14/10/2016: encerramento do prazo para inscrição de propostas de Minicursos e Simpósios Temáticos. Os Simpósios Temáticos podem ter até dois coordenadores, mas somente um será financiado pela ANPUH;

16/11/2016: divulgação do resultado das avaliações das propostas de Simpósios Temáticos e Minicursos; 

06/03/2017: prazo final para inscrição de apresentação de trabalhos nos Simpósios Temáticos; 

07/03/2017 a 07/04/2017: avaliação das propostas para apresentação nos Simpósios Temáticos; 

11/04/2017: divulgação do resultado das avaliações dos trabalhos a serem apresentados nos Simpósios Temáticos; 

14/07/2017: prazo final para inscrição nos Minicursos.
Fonte: E-mail recebido da Comissão Organizadora do XXIX Simpósio Nacional de História

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Livros História Ambiental - RCC

O Futuro da História Ambiental



Novas Histórias Ambientais da América Latina e do Caribe

Os Limites da História Ambiental: uma homenagem a Jane Carruthers