"Eu sou o que me cerca. Se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo".
José Ortega y Gasset

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Palestra "Meio Ambiente por Inteiro"

Nesta última quinta-feira dia 12 de abril, foi realizada no auditório do Bloco J da FURB a palestra
MEIO AMBIENTE POR INTEIRO ministrada pelo ecólogo e ambientalista Lauro Eduardo Bacca. A palestra foi realizada em comemoração dos 31 anos do curso de Ciências Sociais da FURB.

Oportunidade de Bolsa de Iniciação Científica

URGENTE

O GPHAVI está selecionando estudantes para vagas de bolsista de iniciação científica com recursos dos programas PIPe, FUMDES e PIBIC. Os estudantes estarão integrados em pesquisa que avalia o Desenvolvimento no entorno do Parque Nacional da Serra do Itajaí. Acompanhe este post para saber mais:

VAGAS PREENCHIDAS
02 - Bolsas PIPe
02 - Bolsas FUMDES (aguardando aprovação dos projetos)

Estamos fazendo cadastro de reserva para contratação para possíveis vagas:

-02 Vagas Bolsas PIBIC (FURB e CNPQ*) O estudante não pode ter vínculo empregatício ou receber outra bolsa do governo federal. Essa vaga está disponível até 24/08. 

Os interessados deverão comparecer no laboratório do grupo (Campus 1, Bloco R, sala R-109) de preferência as quintas e sextas-feiras, momento que ocorrem as entrevistas, ou procurar pelos professores Gilberto Friedenreich dos Santos (frieden@furb.br) ou no (47)3321 0610;  e/ou com Martin Stabel Garrote (martin_sg@furb.br) ou no (47)3321-0438. 
VENHA DEIXAR O TEU CONTATO E INTERESSE PARA PRÓXIMAS OPORTUNIDADES

domingo, 1 de abril de 2018

Pesquisa FUMDES 2018. Vamos participar?

Processo seletivo GPHAVI 02/2018 - Bolsa FUMDES (Art.171) 2018-2019 Pesquisa de Iniciação Científica 

VAGAS PREENCHIDAS
(ATUALIZADO EM 13/04/2018)


As bolsas de Iniciação Científica do Art. 171 FUMDES possuem como objetivos primordiais:

-Despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação, mediante suas participações em projetos de pesquisa, iniciando o jovem universitário no domínio do método científico. 
-Proporcionar ao bolsista, orientado por pesquisador qualificado, a aprendizagem de técnicas e métodos científicos, bem como estimular o desenvolvimento do pensar cientificamente e da criatividade, decorrentes das condições criadas pelo confronto direto com os problemas de pesquisa. 
-Estimular uma maior articulação entre a graduação e a pós-graduação. 
-Contribuir para a formação de recursos humanos para pesquisa. 
-Fomentar a produção acadêmico-científica. 

Para participar de processo seletivo os estudantes interessados devem atender os requisitos: 

-Estar com inscrição quite no cadastro UNIEDU
-Ter cursado todo o Ensino Médio em Unidade Escolar da Rede Pública ou em Instituição Privada com bolsa integral ou parcial;
-Residir há, no mínimo, dois anos no Estado de Santa Catarina;
-Dispor de 20 (vinte) horas semanais, distribuídas de acordo com as atividades propostas pelo projeto de pesquisa desenvolvido no GPHAVI, presenciais na FURB;
-Não receber outra bolsa oriunda do Governo do Estado de Santa Catarina;
-Não receber outra bolsa de pesquisa, extensão, institucional, monitoria, trabalho, estágio interno, bem como de qualquer órgão de fomento Federal, de acordo com os termos da Resolução Nº 072/2014; f) não estar inadimplente com a PROPEX. 6.4
-Estudantes beneficiados pelo FIES poderão receber bolsa deste programa.

(compareça apenas se você se adequar a esses requisitos)

Os contratos serão firmados entre FUMDES e FURB, e o plano de trabalho e as atividades serão realizadas no laboratório do Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí GPHAVI, no Campus 1, sala R-109 e conforme atividades da pesquisa. Os projetos terão seu prazo de execução estabelecido em 12 (doze) meses, de 01 de maio de 2018 a 30 de abril de 2019, e o valor da bolsa mensal é de um salário mínimo referente ao vigente de 2017.

Os interessados deverão comparecer no laboratório do grupo entre 02 até 17 de abril, de preferência as quintas e sextas-feiras, momento que ocorrem as entrevistas, ou procurar pelos professores Gilberto Friedenreich dos Santos no (47)3321 0610 ou com Martin Stabel Garrote no (47)3321-0438. 

Maiores informações consultar edital disponível aqui



sexta-feira, 30 de março de 2018

Pesquisa "História, Desenvolvimento e Sustentabilidade no entorno do Parque Nacional da Serra do Itajaí em Botuverá e Guabiruba-SC" disponibilizará duas bolsas para estudantes FURB.

Divulgamos a aprovação da pesquisa História, Desenvolvimento e Sustentabilidade no entorno do Parque Nacional da Serra do Itajaí em Botuverá e Guabiruba-SC. A pesquisa disponibilizará duas bolsas PIPe Art. 170. Trata-se de uma iniciação científica vinculada ao projeto de doutoramento do pesquisador Martin. 
Maiores informações entre em contato.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Conheça o Laboratório de História dos agroecosistemas

O laboratório de História dos Agroecosistemas reúne investigadores de diversas universidades e disciplinas acadêmicas. Seu objetivo é através da História obter um melhor conhecimento sobre o funcionamento dos agroecosistemas. Assim se aborda com a história uma forma de conhecimento aplicado que permite conhecer ou descrever a ecologia dos sistemas agrários tradicionais, e com isso projetar um futuro mais sustentável. O laboratório foi fundado em 2010 tendo sua sede na Universidade de Pablo de Olavide, em Sevilla Espanha. Suas análises vinculam-se a história contemporânea, sendo que alguns dos membros atual com a História Ambiental e Agroecologia. Visite a página do laboratório e conheça mais, clique aqui.

domingo, 4 de março de 2018

Livro A Living Past: environmental histories of modern Latin America

Foi lançado mês passado o livro Um passado vivo: histórias ambientais da América Latina Moderna - A living past: environmental histories of modern Latin America - organizado por John Soluri, Claudia Leal e José Augusto Pádua, a obra apresenta treze capítulos escritos por historiadores ambientais representantes na América Latina. Aborda temas como agricultura, conservação, mineração, pecuária ciência e urbanização. Para saber mais sobre o livro veja a Introdução clicando aqui. O livro pode ser adquirido clicando aqui. 

Chapter 1. Mexico’s Ecological Revolutions
Chris Boyer and Martha Micheline Cariño Olvera
Chapter 2. The Greater Caribbean and the Transformation of Tropicality
Reinaldo Funes Monzote
Chapter 3. Indigenous Imprints and Remnants in the Tropical Andes
Nicolás Cuvi
Chapter 4. The Dilemma of the “Splendid Cradle”: Nature and Territory in the Construction of Brazil
José Augusto Pádua
Chapter 5. From Threatening to Threatened Jungles
Claudia Leal
Chapter 6. The Ivy and the Wall: Environmental Narratives from an Urban Continent
Lise Sedrez and Regina Horta Duarte
Chapter 7. Home Cooking: Campesinos, Cuisine, and Agrodiversity
John Soluri
Chpater 8. Hoofprints: Cattle Ranching and Landscape Transformation
Shawn Van Ausdal and Robert W. Wilcox
Chapter 9. Extraction Stories: Workers, Nature, and Communities in the Mining and Oil Industries
Myrna I. Santiago
Chapter 10. Prodigality and Sustainability: The Environmental Sciences and the Quest for Development
Stuart McCook
Chapter 11. A Panorama of Parks: Deep Nature, Depopulation, and the Cadence of Conserving Nature
Emily Wakild
Epilogue: Latin American Environmental History in Global Perspective
J.R. McNeill

sexta-feira, 2 de março de 2018

Pesquisadora do grupo é aprovada em primeiro lugar no doutorado em Ciência e Tecnologia Ambiental na Univali


A pesquisadora do grupo Vanessa Dambrowski foi aprovada em primeiro lugar no processo seletivo de doutorado no Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental na Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI. Conforme a pesquisadora o seu estudo  trará uma proposta para definição de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade utilizando modelagem de nicho ecológico associado a análise espacial da paisagem na bacia do Itajaí. A pesquisa será orientada pela professora Dra. Rosemeri Carvalho Marenzi Para saber mais sobre a pesquisa acompanhe o nosso blog. Para conhecer o PPGCTA acesse aqui.

quinta-feira, 1 de março de 2018

lha de Santa Catarina, séculos XVIII e XIX - Artistas viajantes e o estranhamento da paisagem

Desde o humanismo, viajar é a concepção moderna da vida como peregrinação do viver. No estudo das cidades, torna-se imprescindível falar sobre os viajantes e do olhar do estrangeiro, pois este olhar é diferente do que habita a cidade, pelo que se pode depreender da literatura que aborda este tema.

A história dos povos está atravessada pela viagem, como realidade ou metáfora. Todas as formas de sociedade, compreendendo tribos e clãs, nações e nacionalidades, colônias e impérios, trabalham e retrabalham a viagem, seja como modo de descobrir o “outro”, seja como modo de descobrir a si mesmo.
Podendo ser filosófica, artística, ou científica, a viagem, em geral, compreende várias significações e conotações, simultâneas, complementares ou mesmo contraditórias. São muitas as formas de viagens reais ou imaginárias, demarcando momentos ou épocas mais ou menos notáveis da vida de indivíduos, famílias, grupos, coletividades, povos, tribos, clãs, nações, nacionalidades, culturas e civilizações. Toda viagem se destina a ultrapassar fronteiras, que pode ser através de dissolvê-las ou recriá-las, e faz isto ao mesmo tempo em que demarca diferenças, singularidades ou alteridades, demarca semelhanças, continuidades, ressonâncias. Para Ianni (2000, p.14), a viagem, como realidade ou metáfora , está sempre presente em muito do que é o imaginário das ciências sociais. Todo cientista social realiza algum tipo de viagem quando estuda, ensina ou pesquisa. Por toda a história de cada uma e de todas as ciências sociais, há sempre alguma contribuição do relato sobre outras terras, povos, formas de sociabilidade, culturas e civilizações. Por toda a história das ciências sociais, os principais autores têm sido viajantes ocasionais ou permanentes. Para continuar lendo clique aqui!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Estão matando o rio Itajaí Açu!

A qualidade  ambiental do rio representa a civilização de um povo. A sociedade é instruída pela coerção do Estado. Um Estado com governos corruptos, não educa, não instrui, não fiscaliza e não organiza o uso dos recursos naturais de forma sustentável. Em suma, não produz uma sociedade civilizada humanizada. Governos corruptos neoliberais enfraquecem o Estado e repassam o dinheiro público para o mundo privado, e não ao público. A decadência dos serviços do Estado são decorrentes das empresas que usam o nosso dinheiro para o enriquecimento da corrupção. A poluição das águas são decorrentes da corrupção do governo, exemplo para o povo. O rio Itajaí Açu é vítima de anos de governos corruptos nos municípios que passa. Não há desculpa para o que a história registra. Diga não aos partidos políticos envolvidos no assassinato de nosso rio! 

SOMOS UM REFLEXO DA QUALIDADE DA VIDA DO RIO!
CUIDEM DO RIO!

Tratando do rio, saiba um pouco sobre a transformação da paisagem do rio no Centro de Blumenau

A preocupação em preservar a margem direita do Itajaí-Açu surgiu depois da enchente de 1948, quando imóveis à beira do rio foram danificados. Mas a ideia só saiu do papel no início da década de 1960. Era para ser um muro de arrimo (contenção de enconsta). Depois, um projeto do engenheiro João Caropreso, falecido na década de 1990, passou a contemplar a criação da Avenida Beira-Rio. Leia na integra essa materia clicando aqui!





terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Algumas notas sobre a exploração da areia no rio Itajaí Açu

Alguns segundos de pesquisa na internet sobre a temática da atividade de extração da areia, e encontramos algumas informações interessantes para inspirar estudos de história ambiental da extração de areia no rio Itajaí Açu. É um tema com poucos estudos historiográficos ou socioambientais com análises interdisciplinares. Mas já foi analisado pelos pesquisadores da FURB (técnicos), e publicado em evento científico (atalho para o texto) Recentemente moradores e empresas do ramo em Blumenau, Gaspar e Ilhota voltaram a discutir a atividade, os impactos e as regras da extração. A seguir estão algumas notas encontradas em rápida pesquisa sobre a temática, e que carece de estudos historiográficos mais aprofundados, principalmente com a abordagem da História Ambiental. 

Para saber mais sobre o assunto recomendamos a leitura de: 

  • Extração de areia no Vale do Itajaí: os impactos ambientais causados por essas empresas mineradoras. Veja o texto clicando aqui!
  • Extração de areia no Rio Itajaí-Açu é tema de reunião em Gaspar. Veja a matéria clicando aqui!
  • Telespectador denuncia extração de areia no Rio Itajaí Açu. Veja o vídeo clicando aqui!
  • Extração de areia no rio Itajaí preocupa os moradores. Veja o vídeo clicando aqui!
  • Estudo científico de pesquisadores da FURB demonstram que a extração de areia é superior ao deposito natural do rio. Veja o artigo clicando aqui!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

XXV Semana Acadêmica de História FURB História & Diversidades

Organizada pelo Centro Acadêmico de História com coordenação do professor Leonardo Brandão, a XXV Semana Acadêmica de História da FURB em 2018 tratará do tema da Diversidade. Confira o site do evento e a programação clicando aqui. 


sábado, 24 de fevereiro de 2018

O corte da árvore que gerou um movimento ambientalista.

Cientistas analisando a casca da gigantesca árvore.

Duas pessoas em pé no que sobrou

Mais de 100 pessoas não esconderam a gigantesca árvore

Como a morte de uma árvore gigante provocou o movimento de conservação há 165 anos? 

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Pesquisadores divulgam em periódico estudo sobre história das políticas de conservação e das UCs no Vale do Itajaí.

O estudo Evolução das políticas conservacionistas e a criação de unidades de conservação no Vale do Itajaí - SC, publicado na Revista Holos, é parte dos estudos de doutoramento do pesquisador Martin, e contou com apoio de Vanessa Dambrowski, Gilberto Friedenreich dos Santos e Jaqueline Gonçalves Amaro. A pesquisa que resultou na publicação teve apoio da CAPES e CNPq. Para ter acesso a leitura do artigo acesse aqui.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Yaguas, a mais nova área protegida estabelecida no Peru

O Peru começou a estabelecer unidades de conservação muito mais tarde que o Brasil mas, a partir de 1961, vem recuperando rapidamente o tempo perdido. A última joia da coroa dos parques nacionais peruanos, Yaguas, foi estabelecida no dia 10 de janeiro deste ano, no departamento amazônico de Loreto. Com seus 868.928 hectares, somadas às áreas já existentes, preserva 21% da biodiversidade da Amazônia do país. Já parecia improvável que se estabeleceriam mais parques nacionais no Peru. Com efeito, a luta contra os interesses de petroleiros, madeireiros, agricultores, mineradores, e também de indígenas, todos defendidos por seus respectivos grupos políticos, foi dura e longa para conseguir a criação dos dois últimos grandes parques da atual década. Para continuar lendo acesse aqui!
Fonte: DOUROJEANNI, M. Yaguas, a mais nova área protegida estabelecida no Peru. O ECO, 5 de fevereiro de 2018. 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Periódicos da CAPES disponibiliza online os números da National Geographic

Para acessar a revista clique aqui
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) oferece, gratuitamente, pelo Portal de Periódicos, acesso à revista National Geographic. O periódico está disponível ao público desde a primeira edição, de 1888, até o ano corrente. Por meio do acordo da CAPES com a editora responsável pela publicação, todo IP brasileiro terá acesso ao conteúdo. Com quase 130 anos de história, a publicação é reconhecida pela qualidade em fotojornalismo e cartografia, oferecendo cobertura aprofundada de ciência, tecnologia, geografia, culturas, vida animal, meio ambiente e ecologia. Devido à variedade de temas, o título beneficia professores, estudantes, pesquisadores e outros profissionais que têm curiosidade acadêmica e gostam de ampliar seus conhecimentos. Na página da revista, os usuários também têm acesso a edições da National Geographic Brasil, além de materiais de áudio e vídeo originais produzidos pelas expedições da National Geographic Society – entidade norte-americana responsável pela editoração do conteúdo. A National Geographic é mensal e divulgada em vários países. Possui visibilidade internacional devido à sua qualidade editorial e está indexada em uma plataforma de busca de fácil acesso, que permite navegação rápida pelos assuntos de interesse. O periódico é publicado em mais de 30 idiomas, incluindo português, grego, polonês, coreano, hebraico, tcheco e romeno.
A pesquisa pode ser feita por meio de qualquer computador ligado à internet – em casa, na escola, no trabalho ou onde o usuário se sentir confortável para navegar e explorar o conteúdo disponível. Além de visualizar na íntegra os artigos, é possível armazenar as informações de interesse em uma conta pessoal ou ainda imprimir o material para posterior leitura. O acesso pode ser realizado a partir do banner localizado na página inicial do Portal – área “Parceiros” – ou no link buscar base. Há ainda a possibilidade de pesquisa pelo campo buscar periódico, onde o usuário encontrará as opções National Geographic Adventure, National Geographic Explorer e National Geographic Traveler.
Portal de Periódicos
O Portal de Periódicos da CAPES é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. Com um acervo de mais de 38 mil títulos com texto completo, 134 bases referenciais, 11 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.

Criado para ampliar o acesso das bibliotecas brasileiras à informação científica internacional, o Portal é considerado um modelo de consórcio de bibliotecas único no mundo, pois é inteiramente financiado pelo governo brasileiro. Devido a sua abrangência nacional o Portal é a iniciativa do gênero com o maior alcance no planeta.
Verifique o conteúdo do Portal de Periódicos disponível para sua instituição.
(Com informações do Portal de Periódicos da CAPES – CCS/CAPES)
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'CCS/CAPES’
Fonte:<http://www.capes.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/8739-capes-disponibiliza-revista-national-geographic-para-todos-os-brasileiros>

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Pesquisa desenvolvida através do FUMDES é divulgada na Revista Universidade do Vale do Rio Verde

Entre 2015 e 2016 foi desenvolvida a pesquisa de Iniciação Científica Canal do Linguado (norte da zona costeira do Estado de Santa Catarina): um estudo de História Ambiental das comunidades tradicionais de pescadores, com recursos de duas bolsas para estudantes da graduação. A pesquisa foi desenvolvida por Dilso Roecker Júnior e Wilhan Zilz com orientação de Gilberto Friedenreich dos Santos e Martin Stabel Garrote. Os estudantes pesquisadores após o desenvolvimento do relatório final organizaram um artigo e este foi submetido para avaliação na Revista Universidade do Vale do Rio Verde, tendo a publicação efetivada na edição de agosto-dezembro de 2017, com o título As mudanças socioambientais no canal do linguado (litoral Norte de Santa Catarina): as comunidades de Costeira e Ribeira. 

O estudo aborda as mudanças ambientais na zona costeira de Santa Catarina e sua influência social e econômica sobre as comunidades de pescadores tradicionais. Sob o enfoque da História Ambiental, tem-se como objetivo caracterizar as mudanças ambientais e sociais na região do Canal do Linguado a partir da década de 1930 até os dias atuais nas comunidades da Costeira (município de Balneário Barra do Sul) e da Ribeira (município de São Francisco do Sul). A pesquisa consistiu basicamente em levantamento bibliográfico; seguida de pesquisa de campo para fins de observação da paisagem, e de entrevistas utilizando a metodologia da História Oral. No Canal do Linguado, uma mudança significativa foi causada pelo fechamento do canal para ligar o continente e a ilha de São Francisco do Sul na década de 1930. Isto favoreceu o assoreamento do canal tanto a jusante como a montante do aterro. Na comunidade da Ribeira possibilitou o aumento da área de mangue, além de ser influenciado pela poluição da água. Na comunidade da Costeira o assoreamento permitiu a ocupação urbana e dificultou a navegação. A redução da profundidade do canal também gerou o desaparecimento de espécies marinhas. Contudo, denotam-se as tensões e embates com que os pescadores artesanais enfrentam com outros setores para manter-se na atividade. 

Para acessar o texto completo clique aqui.